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	<title>jonatham-lethem &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/jonatham-lethem/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "jonatham-lethem"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 10:54:23 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Viajante necrocritica: Huérfanos de Brooklyn]]></title>
<link>http://necrocriticon.wordpress.com/?p=333</link>
<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 14:01:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Viajante</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Para amantes de la literatura contemporanea y del género negro. Indispensable novela de Jonathan L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.archivodenessus.com/images/2001/huerfanos_de_brooklyn.jpg" alt="" width="142" height="247" /></p>
<p>Para amantes de la literatura contemporanea y del género negro. Indispensable novela de Jonathan Lethem, un escritor que nos demostró su talla con "La Fortaleza de la Soledad". Esta novela, anterior a la que he mencionado, nos cuenta las desventuras de un hombre con el síndrome de Tourette que debe investigar el asesinato de su jefe, tal vez la única persona que se haya preocupado por un sujeto de tics muy molestos que en medio de una conversación se pone a gritar juntando diferentes palabras o frases.</p>
<p>Historia sencilla y adictiva, que nos sumerge en la cabeza de Lionel, el protagonista, y en su forma de sentir y tocar el mundo. Un investigador que no es detective sino chófer y que no puede llevar un arma dados sus condicionamtes psicológicos.</p>
<p>Simplemente, indispensable.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Capas, Livros e Viagens]]></title>
<link>http://ressabiator.wordpress.com/?p=290</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 11:42:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mário Moura</dc:creator>
<guid>http://ressabiator.it.wordpress.com/2008/07/06/capas-livros-e-viagens/</guid>
<description><![CDATA[
Esta semana, tive de ir a Lisboa em trabalho, o que foi agradável mas cansativo. Entre as reuniõe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-291" src="http://ressabiator.wordpress.com/files/2008/07/rant.jpg" alt="" width="340" height="487" /></p>
<p>Esta semana, tive de ir a Lisboa em trabalho, o que foi agradável mas cansativo. Entre as reuniões, esperava encontrar alguma coisa nova sobre design na Fnac do Chiado, mas as prateleiras tinham praticamente os mesmos livros que tinha visto na minha última visita, por altura do Natal.</p>
<p><!--more-->Não encontrei muita coisa <em>sobre</em> design – apenas um pequeno catálogo sobre Robert Massin –, mas havia muito bom design, em particular na secção de ficção anglo-saxónica. Por causa do doutoramento, tenho resistido a comprar ficção, mas tenho feito algumas excepções, sobretudo se têm boas capas. Em Lisboa, comprei <em>The Fortress of Solitude</em>, de Jonatham Lethem (com uma boa capa), e <em>The Brief Wondrous Life of Oscar Wao</em>, de Junot Diaz(nem por isso) e, durante a viagem de volta, debiquei um bocado dos dois, embora o segundo me tenha entusiasmado mais (li quase um terço do livro).</p>
<p>Estes livros parecem fazer parte de uma espécie de Nerd-Fiction, que apareceu nos últimos anos e que embora faça parte da literatura mais <em>mainstream</em> – outros bons exemplos são Michael Chabon e Jonathan Safran Foer –, não se incomoda muito quando cita banda-desenhada de super-heróis, séries de televisão ou ficção científica. <em>Oscar Wao, </em>por exemplo, começa com uma frase de Galactus, o devorador de mundos e, pelo meio, aparecem os comics dos irmãos Hernandez, entre muitas outras referências.</p>
<p>Ainda no Porto, enquanto fazia tempo para o comboio na Bertrand do Dolce Vita encontrei <em>Rant</em>, de Chuck Palahniuk, com capa de Rodrigo Corral, sobre uma ilustração de Jacob Magraw (a imagem que começa este texto). Sempre que vejo capas assim, num livro tão pequeno e barato, pergunto-me porque não há mais capas interessantes entre os livros portugueses. As poucas excepções, como as capas de Vera Tavares para a Tinta da China, e as de Rui Silva para a Orfeu Negro, apenas parecem confirmar a regra.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Non mi ami ancora]]></title>
<link>http://resuscito.wordpress.com/?p=436</link>
<pubDate>Sun, 04 May 2008 17:31:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caino</dc:creator>
<guid>http://resuscito.wordpress.com/2008/05/04/non-mi-ami-ancora/</guid>
<description><![CDATA[Potrei riuscire a non amarti più, Jonathan.
Ho capito che ti sei ammazzato di Dick, di musica e chi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Potrei riuscire a non amarti più, Jonathan.<br />
Ho capito che ti sei ammazzato di Dick, di musica e chissà di cos'altro. Ne "La fortezza della solitudine" hai fatto ben più che raccontare una storia. Hai raccontato vite e intersezioni, hai elaborato la musica come colonna sonora di un libro, oltre che nodo di raccordo di tutti protagonisti.<br />
In "<em><a title="You Don't Love Me Yet" href="http://en.wikipedia.org/wiki/You_Don%27t_Love_Me_Yet">You Don't Love Me Yet</a></em> " mi hai fustigato sui coglioni. Mi hai fatto navigare 220 pagine con un'idiota di  teenager che scopro alla fine che in realtà ha ventinove anni. Che a turno si è scopata il cantante, un cinquantenne pubblicitario, quasi il chitarrista e poi di nuovo il cantante. Mi hai descritto peli pubici maschili, note di basso pulsanti e chitarristi che suonano seduti.<br />
Seduti? Ma seduti 'sto cazzo. Manco Keith Richards.<br />
E per di più tutto questo succede in una realtà playmobile-style. Macchine che si schiantano e nessuno che impreca.<br />
Questo libro dovrebbe essere veloce e romantico nella misura di "Jack Frusciante è uscito dal gruppo".<br />
Forse non capivo un cazzo, ma almeno Brizzi toccò qualcosa che non erano i miei nervi.<br />
Dite quello che vi pare, una buona tortura è leggere un pessimo libro, ostinarsi a finirlo, e averlo pagato 15 euro.<br />
Ci facciamo sempre male da soli.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Logos, Livros]]></title>
<link>http://ressabiator.wordpress.com/2007/08/10/logos-livros/</link>
<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 11:51:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mário Moura</dc:creator>
<guid>http://ressabiator.it.wordpress.com/2007/08/10/logos-livros/</guid>
<description><![CDATA[
Embora aprecie os textos de Rui Tavares, confesso que só comprei O Arquitecto, uma edição da Tin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ressabiator.wordpress.com/files/2007/08/arqcapa.png" alt="arqcapa.png" height="345" width="232" /></p>
<p>Embora aprecie os textos de <a href="http://ruitavares.weblog.com.pt/" target="_blank">Rui Tavares</a>, confesso que só comprei <em>O Arquitecto</em>, uma edição da <em>Tinta da China</em>, pela capa e pelo design do seu interior, da autoria de Vera Tavares. Folheei-o para trás e para a frente, apreciando os pormenores gráficos, acabando por o deixar pousado sobre a gaveta da mesinha de cabeceira, no meio das canetas, dos CDs, das aspirinas, das revistas e do resto, à espera de oportunidade para escrever sobre ele.</p>
<p><!--more--> Um dia, reparei numa mancha negra na lombada. Estremeci, pensando que tinha deixado o livro encostado à ponta de uma caneta, mas passado algum tempo reparei que todas as cópias na Fnac tinham uma mancha igual – o borrão era uma variação astuciosa do logo e do próprio nome da editora.</p>
<p><img src="http://ressabiator.wordpress.com/files/2007/08/arquitecto002.jpg" alt="arquitecto002.jpg" /></p>
<p>É relativamente raro ver uma boa capa de livro, mas é bastante mais raro ver uma capa que consegue integrar de maneira inventiva os elementos mais “institucionais” do seu design, como o logo, o nome da editora, o código de barras e as citações de imprensa (um bom exemplo, com design de Rita Lynce, é a capa de <em>The Shipping News</em>, sobre a qual já <a href="http://ressabiator.wordpress.com/2006/10/17/linguagem-design/" target="_blank">escrevi</a> há algum tempo).</p>
<p>Mais recentemente, na contracapa de <em>The Girl From H.O.P.P.E.R.S.</em>, de Jaime Hernandez, editado pela <em>Fantagraphics Books</em>, o designer aproveitou o código de barras para servir de fundo a uma ilustração do autor e, desta forma, o rectângulo habitualmente neutro do código de barras transformou-se em mais uma vinheta no conjunto de painéis da capa.</p>
<p><img src="http://ressabiator.wordpress.com/files/2007/08/hoppers001.jpg" alt="hoppers001.jpg" height="318" width="256" /></p>
<p>No entanto, nos casos mais comuns, a informação mais “institucional” é tratada de maneira a não estorvar demasiado, limitando-se a desempenhar a sua tarefa discretamente. Poderíamos imaginar a capa de um livro dividida em duas partes: uma dedicada ao design, com a imagem, o título do livro e o nome do autor; a outra dedicada à informação legal, editorial e promocional. Por vezes, as duas partes sobrepõem-se em camadas; outras vezes, a contracapa é reservada à informação graficamente mais aborrecida. Em alguns casos, a situação inverte-se, com a informação legal e editorial da contracapa a parecer mais interessante que a própria capa, como em <em>Men and Cartoon</em>, de Jonatham Lethem (contracapa à esquerda).</p>
<p><img src="http://ressabiator.wordpress.com/files/2007/08/573.jpg" alt="573.jpg" height="303" width="202" />        <img src="http://ressabiator.wordpress.com/files/2007/08/covers_mencartoons_front.jpg" alt="covers_mencartoons_front.jpg" height="302" width="204" /></p>
<p>Mas, numa capa de livro, tudo é tinta sobre papel – design, portanto – e a divisão entre design e informação “institucional” é, em larga medida, imaginária, como qualquer um exemplos anteriores demonstra. Contudo, reparei que, nas aulas de <em>book design</em>, muitos dos meus alunos reproduziam esta divisão, mesmo não sendo obrigados a fazê-lo, mesmo quando isso prejudicava o design no seu todo, o que comprova que até as divisões imaginárias têm a sua força.</p>
]]></content:encoded>
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