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	<title>juan-evo-morales-ayma &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/juan-evo-morales-ayma/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "juan-evo-morales-ayma"</description>
	<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 23:34:35 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Evo aceita referendo que pode tirá-lo do poder na Bolívia]]></title>
<link>http://soatualidades.wordpress.com/?p=94</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 14:46:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye14</dc:creator>
<guid>http://soatualidades.it.wordpress.com/2008/05/09/evo-aceita-referendo-que-pode-tira-lo-do-poder-na-bolivia/</guid>
<description><![CDATA[Plebiscito aprovado pelo Senado deve decidir sobre permanência de presidente, vice e governadores
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:12pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#292929;">Plebiscito aprovado pelo Senado deve decidir sobre permanência de presidente, vice e governadores</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12pt;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#292929;"><span style="font-size:10pt;color:#292929;font-family:'Trebuchet MS';"><a href="http://soatualidades.files.wordpress.com/2008/05/evo_efe.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-95" src="http://soatualidades.wordpress.com/files/2008/05/evo_efe.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a></span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:#292929;"></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:#292929;"><span style="font-size:10pt;color:#292929;font-family:'Trebuchet MS';"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;color:#707070;">Presidente diz que vai promulgar lei aprovada pelo Senado boliviano</span></em></p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12pt;margin:0;"> </p>
<div></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:#292929;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">O presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou que vai promulgar "o quanto antes" um projeto de lei que prevê a realização de um referendo para decidir se ele, o vice-presidente e os nove governadores do país devem permanecer ou não em seus cargos. O anúncio de Evo, na noite desta quinta-feira, 8, foi feito pouco depois de o Senado boliviano, dominado pela oposição, ter aprovado o projeto sobre o referendo revogatório. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">"O povo vai poder decidir com as urnas e não com violência", disse Evo, em um pronunciamento transmitido pela TV boliviana. "O povo dirá quem serve e quem não serve", afirmou o presidente, cujo mandato está previsto para terminar em 2011.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">O referendo para ratificar ou revogar os mandatos deverá ser realizado em três meses. "Pelo que aprovamos nesta quinta-feira, o referendo deverá ser realizado em agosto ou na primeira semana de setembro", disse o presidente do Senado, Oscar Ortiz, do opositor partido Podemos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">O projeto do referendo havia sido enviado ao Congresso pelo próprio Evo, em dezembro do ano passado. Na época, o projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados, onde o partido de Evo Morales, o Movimento ao Socialismo (MAS), é maioria. Enviada ao Senado, a proposta ficou parada, já que a oposição, que controla a casa, não concordava com o projeto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">No entanto, nesta quinta-feira, quatro dias depois da derrota do governo central no referendo que decidiu dar mais autonomia política, financeira e social ao departamento (Estado) de Santa Cruz, o Senado aprovou o projeto. A decisão dos senadores surpreendeu o governo boliviano.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">O porta-voz da Presidência, Ivan Canelas, disse que não entende por que a medida foi aprovada agora, quando o governo busca um diálogo com os governadores. "Eles estão tentando colocar pedras no meio do caminho", disse Canelas à agência de notícias boliviana Red Erbol. "O que estão querendo com isso? Querem gerar maior instabilidade?."</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">A tensão entre Evo e os governadores de oposição aumentou com a vitória do "sim" pela autonomia de Santa Cruz, o departamento mais rico da Bolívia, no referendo realizado no último domingo. Segundo dados oficiais, o "Sim" à autonomia recebeu cerca 85% dos votos. A abstenção foi superior a 30%. O presidente considerou o referendo de Santa Cruz "ilegal" e "inconstitucional" e convocou os governadores ao diálogo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">Pelo menos quatro dos nove governadores bolivianos afirmaram que só aceitarão conversar com o presidente depois da realização de outros referendos sobre autonomia nos departamentos de Beni, Pando e Tarija, previstos para junho. Nesta quinta-feira, antes do anúncio da decisão do Senado, Evo Morales havia feito um novo apelo aos governadores, mas a resposta continuava sendo negativa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">Pelo projeto de lei do referendo, os mandatos poderão ser revogados caso a votação pelo "Não" supere a recebida pelos líderes nas eleições em que chegaram ao poder. Por exemplo, para revogar os mandatos de Morales e do vice-presidente, Álvaro García Linera, a votação pelo "Não" teria de ser superior aos 53,74% de votos que receberam quando foram eleitos, em dezembro de 2005.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">Além dos referendos revogatórios dos mandatos e da votação sobre a autonomia dos departamentos, também está prevista a realização de um plebiscito para ratificar ou não a nova Constituição da Bolívia. O projeto de reforma da Constituição foi aprovado em novembro do ano passado, em uma votação que não teve a presença da oposição e acirrou a divisão política no país.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">Nesta quinta-feira, o líder da bancada do MAS, Román Loayza, deu prazo de duas semanas para que o Congresso aprove o referendo da Constituição. "O Congresso tem que aprovar imediatamente (a convocação para o referendo da Constituição), entre esta semana e a próxima. Ou então, as organizações sociais vão cercar o Poder Legislativo", afirmou Loayza a agência Red Erbol.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">Logo após o anúncio da decisão do Senado, nesta quinta-feira, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que é aliado de Morales, disse em um discurso transmitido pela TV que vai "intervir" caso queiram "desestabilizar" o governo boliviano. "Não ficaremos de braços cruzados se fizerem dano à Bolívia", afirmou Chávez.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12pt;margin:0;"> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12pt;margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bolivia: i Vescovi difendono il diritto al voto del Cardinal Terrazas]]></title>
<link>http://vaticandiplomacy.wordpress.com/?p=271</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 15:33:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>vaticandiplomacy</dc:creator>
<guid>http://vaticandiplomacy.it.wordpress.com/2008/05/08/bolivia-i-vescovi-difendono-il-diritto-al-voto-del-cardinal-terrazas/</guid>
<description><![CDATA[Il Governo ha escluso la Chiesa dal dialogo per la sua partecipazione al referendum

di Nieves San M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Il Governo ha escluso la Chiesa dal dialogo per la sua partecipazione al referendum</strong></p>
<div id="article">
<p><em>di Nieves San Martín</em></p>
<p>LA PAZ, mercoledì, 7 maggio 2008 (ZENIT.org).- Il Governo boliviano ha escluso la Chiesa dal processo di dialogo nel Paese per il fatto che il Cardinale Julio Terrazas ha votato nel referendum per l'autonomia del 4 maggio.</p>
<p>Di fronte a questo, un comunicato della Conferenza Episcopale spiega che il porporato, come cittadino boliviano e di Santa Cruz, “ha il legittimo diritto di votare”.</p>
<p>Per il Governo, la Chiesa cattolica è rimasta al margine di una mediazione in un eventuale dialogo tra l'Esecutivo e i prefetti delle regioni autonomiste a causa del fatto che il suo principale rappresentante, il Cardinale Julio Terrazas, ha partecipato al referendum.</p>
<p>“Noi speravamo di contare sulla mediazione della Chiesa cattolica per un negoziato nei prossimi giorni, ma la cosa certa è che la Chiesa, per sua volontà, ha fatto un passo di lato e spetta al Governo, ai prefetti e all'opposizione assumere la responsabilità diretta di gestire il dialogo”, ha segnalato il 5 maggio il Ministro della Presidenza, Juan Ramón Quintana.</p>
<p>Il Cardinal Terrazas aveva accettato a marzo – dopo aver incontrato il Presidente Evo Morales – che la Chiesa cattolica favorisse il dialogo per risolvere la crisi politica.</p>
<p>Il Cardinale ha votato nel referendum dello Statuto Autonomista, e secondo Quintana questo è un “appoggio esplicito all'illegalità”.</p>
<p>Da parte sua, il 5 maggio l'Ufficio Stampa della Conferenza Episcopale Boliviana ha reso pubblica una nota “in risposta alle recenti dichiarazioni del Ministro della Presidenza, nel senso che la Chiesa cattolica sarebbe ostacolata nella realizzazione del suo servizio di favorire il dialogo per il fatto che il Cardinale Julio Terrazas ha esercitato il suo diritto di voto nel referendum di Santa Cruz”.</p>
<p>Nella nota esplicativa, la Conferenza Episcopale afferma che “il Cardinale Julio Terrazas è cittadino boliviano e di Santa Cruz e come tale ha il legittimo diritto di esercitare il suo voto”.</p>
<p>“Questa responsabilità cittadina – aggiunge – non è incompatibile con la sua funzione di presidente della Conferenza Episcopale Boliviana e leader della Chiesa cattolica”.</p>
<p>“Come egli stesso ha segnalato in varie occasioni – conclude –, la Chiesa continuerà a servire la popolazione, vegliando sull'unità e sul bene comune di tutti i Boliviani”.</p>
<p align="justify">
<p align="center">* * *</p>
<h2>La Conferencia Episcopal Boliviana defiende el derecho al voto del cardenal Terrazas</h2>
<p><strong>El Gobierno excluyó a la Iglesia del diálogo por su participación en el referéndum</strong></p>
<div id="article">
<p>LA  PAZ, martes, 6 mayo 2008 (<a href="http://www.zenit.org/" target="_blank">ZENIT.org</a>).- El Gobierno boliviano excluyó la participación de la Iglesia en el proceso de diálogo por el hecho de que el cardenal Julio Terrazas votara en el referéndum autonómico del 4 de mayo. Ante lo cual un comunicado de la Conferencia Episcopal aclara que el cardenal, como ciudadano boliviano y cruceño, «tiene legítimo derecho de ejercitar su voto».</p>
<p>Para el Gobierno, la Iglesia Católica quedó al margen de una mediación en un eventual diálogo entre el Ejecutivo y los prefectos de las regiones autonomistas, a raíz de que su principal representante, el cardenal Julio Terrazas, participara en el referéndum del 4 de mayo.</p>
<p>«Nosotros esperábamos contar con la mediación de la Iglesia Católica para una negociación en los próximos días, pero lo cierto es que la Iglesia, por voluntad propia, ha dado un paso al costado y corresponde al Gobierno, a los prefectos y la oposición asumir la responsabilidad directa de gestionar el diálogo», señaló el 5 de mayo el ministro de la Presidencia, Juan Ramón Quintana.</p>
<p>El cardenal Terrazas había aceptado en marzo --tras reunirse con el presidente Evo Morales- que la Iglesia Católica facilitara el diálogo para resolver la crisis política.</p>
<p>El cardenal votó en el referéndum del Estatuto Autonómico y, según Quintana, este es un «apoyo explícito a la ilegalidad».</p>
<p>Por su parte, la Oficina de Prensa de la Conferencia Episcopal Boliviana dio a conocer el 5 de mayo una nota ante la opinión pública, «en respuesta a las recientes declaraciones del ministro de la Presidencia, en sentido de que la Iglesia Católica quedaría inhabilitada de realizar su servicio de facilitación del diálogo, por el hecho de que el Cardenal Julio Terrazas haya ejercido su derecho al voto en el referéndum de Santa Cruz».</p>
<p>En la nota aclaratoria la Conferencia Episcopal afirma que «el cardenal Julio Terrazas es ciudadano boliviano y cruceño y como tal tiene el legítimo derecho de ejercitar su voto».</p>
<p>«Esta responsabilidad ciudadana -añade-- no es incompatible con su función de Presidente de la Conferencia Episcopal Boliviana y líder de la Iglesia Católica».</p>
<p>«Como él mismo ha señalado, en reiteradas oportunidades --concluye--, la Iglesia seguirá sirviendo a la población, velando por la unidad y el bien común de todos los bolivianos».<em>Por Nieves San Martín</em></p>
</div>
<p class="path">© ZENIT.org</p>
</div>
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</item>

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