<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>poemas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/poemas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "poemas"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 14:02:43 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Saudade de você]]></title>
<link>http://poeticas.wordpress.com/?p=72</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 13:15:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alucard</dc:creator>
<guid>http://poeticas.wordpress.com/?p=72</guid>
<description><![CDATA[Já sinto saudade de olhar
Para esse mar, para esse par
De esperanças e desilusões
Já sinto sauda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Já sinto saudade de olhar<br />
Para esse mar, para esse par<br />
De esperanças e desilusões</p>
<p>Já sinto saudade, mesmo estando aqui<br />
Dos momentos todos que sorri<br />
Dos instantes que fizeste-me feliz<br />
De ter estado aqui</p>
<p>Já sinto saudade, mais que tudo<br />
De poder te admirar e me apaixonar<br />
De em teus olhos cristalinos me refletir<br />
E em teu oceano de magia submergir</p>
<p>Já sinto saudade dos cantos teus<br />
Uma imensa orla de notas flutuantes e cantantes<br />
Escritas nas ondas do ar...<br />
Escritas na briza do mar...</p>
<p>Já sinto saudade do Sol quente<br />
De toda essa gente diferente<br />
De toda a mistura de sotaques típicos<br />
Sinto sim, a distância chegando...</p>
<p>Já sinto saudade do seu tocar...<br />
Mais e mais, do teu beijar.<br />
Sinto saudade do teu abraçar<br />
O doce acariciar<br />
O simples conversar<br />
Saudade do teu morder e do beliscar...</p>
<p>Já sinto saudade do mero pisar<br />
O tenro e calmo andar e festejar<br />
O terreno e o sereno<br />
O fruto da Terra, minha</p>
<p>Já sinto saudade de todas as coisas<br />
E de tudo e de todos<br />
Mas, mais do que todas elas, sinto saudade do impossível<br />
Do que nunca tive.<br />
Do que nunca terei.</p>
<p>Já sinto, simplesmente, saudade de você...</p>
<p>--<br />
<!--more--></p>
<p><em>São Luis, 25 de julho de 2008<br />
22h23min</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOSSO ÚLTIMO CONTATO - por ana maria maruggi]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3174</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 12:10:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3174</guid>
<description><![CDATA[Homem de aparência rude, olhos cansados. A pele maltratada pelo sol intenso da roça já carregava]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Homem de aparência rude, olhos cansados. A pele maltratada pelo sol intenso da roça já carregava<span>  </span>rugas profundas aos 42 anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Honorato, de pouca fala e poucos gestos. Olhar manso, e desinteressado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Pai de cinco filhos. Homem cuidadoso, de poucas carícias, e de muita firmeza. Trabalhador exemplar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Esposou Dona Julieta quando ela tinha apenas dezesseis anos. Foi um pedido do pai da moça, que ele aceitou com prazer, pois era a filha mais bonita do Seu Lucindo. Tornou-se um marido zeloso, de muita atenção e respeito.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Nada poderia ser dito em desabono ao Senhor Honorato Oliveira. Proprietário de pequena porção de terra nos cafundós de Guaxupé, que pagou com sacrifício e muito suor.<span>  </span>Neste espaço montou roça de milho e feijão, construiu sua casinha e constituiu família.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Viveu<span>  </span>sempre discretamente sem muitos amparos, e sem nenhum luxo. Suas roupas velhas e puídas pareciam ser as mesmas há anos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Conheci esse sitiante, por acaso:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Era um novembro calorento. Eu estava em viagem<span>  </span>pelo interior de Minas Gerais, quando meu carro sofreu uma pane. Lugarzinho inóspito, e poeirento. Estava faminta, cansada, e sem nenhuma perspectiva de socorro naquele fim de mundo. Foi quando apareceu esse homem simples, montando um velho e caquético cavalo marrom, de raça desconhecida.<span>   </span>Ele estancou diante de mim, me olhou como se eu fosse um ser de outro planeta, fez uma reverência<span>  </span>com a cabeça enquanto tirava o chapéu em forma de respeito, e balbuciou um cumprimento quase inaudível.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Tomando conhecimento do meu problema,<span>  </span>propôs-se prontamente a buscar ajuda.<span>  </span>Disse, e saiu. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Não acreditei que alguma ajuda viria por intermédio dele, mas só tinha isso. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Esperar era a única saída.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Já estava começando a escurecer, e os insetos tomavam conta do silêncio, quando pude ouvir ao longe o ruído de um motor. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Fiquei eufórica! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Era O Nando, o mecânico da cidade. E junto com ele, o Seu Honorato em sua montaria me trazendo uma garrafa de água e uns sequilhos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Meu veículo foi guinchado para a oficina, e dentro dele, eu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">E o incansável Honorato ao lado do guincho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O carro ficou com o Nando para consertar. E eu ganhei uma simpática hospedagem na casinha do Seu Honorato e sua família.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Embora cansada, fiquei até muito tarde tagarelando com eles. Contei como eu vivia e o que eu fazia para ganhar a vida.<span>   </span>Lembrei algumas piadas e rimos muito. Os meninos tinham muitas histórias engraçadas. Comemos uma<span>  </span>saborosa galinhada, cozida com mandioca e cravos da índia, preparada por Dona Julieta que, muito prestativa, fez questão de cozinhar um arroz fresco colorido com açafrão, feijão com miúdos de frango, e salada de alface. Orgulhavam-se em contar que tudo que comíamos ali era fruto do trabalho deles. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Quando o Nando veio trazer meu carro, senti uma pontinha de tristeza em sair de lá. Nos despedimos, trocamos endereços e deixei meu telefone para contato. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Parti imaginando que nunca mais nos veríamos, e isso me incomodava.<span>  </span>Mas me sentia realizada por ter conhecido pessoas tão verdadeiras. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Fiquei três dias com a família e pude aprender muito sobre como viver bem com o que se tem. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">No Natal, enviei-lhes um cartão<span>  </span>e uma carta de sincero agradecimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Não esperava que me escrevessem, pois nem gostavam muito de falar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Depois de alguns cartões e cartas contando a minha volta e a venda do meu carro, dona Julieta me escreveu umas linhazinhas tortas, mas com muito sentimento e pureza. Ela contou que o Fernando, filho mais velho, ia se casar em breve, e que Seu Honorato mandava lembrança. E revelou que ele não sabia ler e escrever.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Fiquei feliz por ter recebido notícias. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Voltei lá alguns meses depois para o casamento do filho, e levei muitos presentes para todos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Seu Honorato vestiu seu velho e bonito paletó de linho azul-marinho, que há muito guardara como símbolo de sua juventude vaidosa. E dona Julieta usou o vestido novo que eu lhe presenteei. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Deixei a casa deles no domingo, e de novo com a triste impressão de que não mais os veria.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Talvez eu estivesse enganada. Talvez eu os visitasse no Natal seguinte. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Mandei carta de agradecimento, e não sei se receberam.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Mandei mais um cartão no Natal do ano seguinte, mas não recebi nenhuma linha.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Sei que eles estão lá naquele sitiozinho pobre,<span>  </span>cheio de vida e carinho. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Eles sabem que estou aqui em São Paulo em labuta constante, e que penso neles.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">A distância nos calou, truncou nossas falas, e nos separou pelo resto de nossas vidas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/foto-arte-ovelhas-de-raphael-1866791.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3176" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/foto-arte-ovelhas-de-raphael-1866791.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:x-small;">ilustração do site. ovelhas. de <strong><a href="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/arte-fotografica/">raphael.</a></strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://akione.wordpress.com/2008/07/26/187/</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 11:12:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>akione</dc:creator>
<guid>http://akione.wordpress.com/2008/07/26/187/</guid>
<description><![CDATA[Donde anida la voz,
silencio susurrante
que ancla el beso a a flor.
Versos coloridos,
escondidos det]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Donde anida la voz,<br />
silencio susurrante<br />
que ancla el beso a a flor.</p>
<p>Versos coloridos,<br />
escondidos detr&#xe1;s de aquello<br />
que dicta el coraz&#xf3;n.</p>
<p>Se abre fiel,<br />
ferviente latido<br />
inequ&#xed;voco a sabor.</p>
<p>El golpe es contradictorio,<br />
certero<br />
gracias a su amable favor.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[POEMA ESTATAL]]></title>
<link>http://guisalla.wordpress.com/?p=254</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 05:47:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Guilherme A. Salla</dc:creator>
<guid>http://guisalla.wordpress.com/?p=254</guid>
<description><![CDATA[Poesia estatal,
Poema público.
Publico ou não publico,
Minha questão?
Poesia pública,
Poema esta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Poesia estatal,<br />
Poema público.<br />
Publico ou não publico,<br />
Minha questão?</p>
<p>Poesia pública,<br />
Poema estatal.<br />
Público ou não público,<br />
Onde estarão?</p>
<p>Cláudio Guilherme Alves Salla</p>
<address> </address>
<address> <img src="http://faq.files.wordpress.com/2006/12/somerights20.png" alt="cc -Some rights" /></address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poema: Ditirambos de Pétalas]]></title>
<link>http://liverdades.wordpress.com/?p=685</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 05:34:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Resende</dc:creator>
<guid>http://liverdades.wordpress.com/?p=685</guid>
<description><![CDATA[Uma imensidão de pétalas flutuava nos mares,
singelas e dispares,
refractárias dos brilhos das al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma imensidão de pétalas flutuava nos mares,<br />
singelas e dispares,<br />
refractárias dos brilhos das almas,<br />
sedutoras e calmas,<br />
tonalidades de roxo que instigavam a penumbra,<br />
e a Lua no céu se vislumbra.</p>
<p>Enlaces de propósitos nas existências,<br />
hedonismos e incumbências,<br />
murmúrios de plenitude nas taciturnidades,<br />
relampejos insubmissos das vontades,<br />
aromatizações de brisas intermitentes,<br />
e nos céus bradem auroras incandescentes.</p>
<p>Deambulações pelas esbeltas maresias,<br />
prazeres de afogamento de fastidiosas nostalgias,<br />
nos rumos de satisfação se adornam as consciências,<br />
em orgias e sapiências,<br />
nas pétalas se avultam vivências,<br />
e a Lua para sempre memorizará as suas existências.</p>
<p>As frondosas espiritualidades se exponenciaram,<br />
tais fragrâncias e vislumbres se consumaram,<br />
metamorfoses de rebelião libidinosa,<br />
em núncios de uma epopeia esplendorosa,<br />
explosividades de implosão,<br />
na Lua se manteve a serenidade da exaltação.</p>
<p>Em lirismos se invocaram as espiritualidades,<br />
surgidas em catadupa de vivacidades,<br />
em pétalas infinitas se exponenciou,<br />
em êxtase de fogosidade se presenciou,<br />
aos requintes dos sorrisos se entregaram as consciências,<br />
no nirvana dos corpos e mentes em eternas complacências.</p>
<p>E a Lua se manteve observadora,<br />
no ditirambos de pétalas de existência emancipadora...</p>
<p>Por: BM Resende</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escritura Aleatoria 108...25-07-2008]]></title>
<link>http://samaleatorias.wordpress.com/?p=119</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 04:16:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>~×Sɑmɑel× ॐ★</dc:creator>
<guid>http://samaleatorias.wordpress.com/?p=119</guid>
<description><![CDATA[No hay nada para mi aquí, ni ahora ni nunca, la imposibilidad de lo infinito hace lo finito tan pos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No hay nada para mi aquí, ni ahora ni nunca, la imposibilidad de lo infinito hace lo finito tan posible y desesperante que pierdo la razón, la encuentro nuevamente y me encuentro a mi mismo lanzándola de nuevo al mar de dudas que me rodea..Naufragio de miseria, luego de la tormenta me sostengo de los restos de mi embarcación pues ahora la duda será mi tumba..Cantos de sirena que incitan a pecar en aventurarse y nadar sin saber nadar para buscar sin saber qué encontrar..Imagina el fondo donde los parásitos confiesan su existencia, alimentándose de las lágrimas casi indistinguibles mezcladas con la dulce agua de mi mar de curiosidades, todo mío, de nadie mas..Añorada señal de salvación aventajada y nacida por el esfuerzo de un delirio mental queriente de control total, la esperanza hecha trizas por el reciente despertar, la prosa tan trillada y revuelta de la que no me puedo deshacer..El único entretenimiento: Contar el parpadear de mi amigo imaginario, aquél que me abandonó sólo para encontrar el arrepentimiento y traerlo de vuelta consigo..Mucho gusto, un placer..Lo que necesites de mi escríbelo con lágrimas o recítalo con llanto, toma un número en taquilla y un lugar en la fila, el aire es más frío cuando se espera sin seguridad, la vida no parece vida cuando esperas nada..</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RESPUESTA # 4]]></title>
<link>http://nuestraspreguntas.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 21:57:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>gloriasalomon</dc:creator>
<guid>http://nuestraspreguntas.wordpress.com/?p=37</guid>
<description><![CDATA[Que significan mis poemas:
Esta respuesta es muy amplia, por que significan cosas diferentes en situ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;"><strong>Que significan mis poemas:</strong></span></p>
<p>Esta respuesta es muy amplia, por que significan cosas diferentes en situaciones diferentes.</p>
<p style="text-align:justify;">En ocaciones han sido desbordantes y elegantes demostraciones de ocurrencia e imaginación, ponerme a mi misma en una situacion y escribir partiendo de eso, como el poema  de la chick embarazada "En su vientre llevaria los restos de su amor", esos provienen de los juegos mentales que hago cuando oigo canciones, veo peliculas o la tele y cuando leo libros u otros poemas.</p>
<p style="text-align:justify;">Aveces es solo desear algo con todo el corazon y sumergirme en un mundo de fantasias creadas a mi medida, fantasias que puede ser tener una relación que no tengo, o simplemente imaginarme a mi misma en el mundo de Anastasia la musa del sol, estos son de los que mas disfruto por que por medio de ellos puedo moldear el mundo a mi manera y crear algo de mi mente y mis deseos, que ademas,  puedo leer despues para seguir soñando.</p>
<p style="text-align:justify;">En ocaciones he escrito para despejar mi mente, o para tratar de explicar en un papel cosas que me pasan, que pienso o que siento, la mayoria de esos poemas no estan publicados, ni siquiera terminados... los uso para ordenar mis ideas, y los que han podido ser concluidos con exito, son de verdad eso, un exito para mi.</p>
<p style="text-align:justify;">Algunos poemas son muestras puras y sinceras de amor, son toda la dulzura que hay en mi corazon cuando siento que va expolotar, cuando me doy cuenta de cosas maravillosas que tengo en la vida y quiero gritar en mis versos lo feliz que soy, estos poemas también abundan, por medio de ellos expreso lo que siento, lo que quiero y lo que amo.</p>
<p style="text-align:justify;">Los de despecho, en realidad son solo expresiones de dolor, significan para mi la catarsis de una agonia cuando esta a punto de estallar, el desahogo del dolor, la confusión y la inconformidad con alguna situación, la mayoria de estos poemas significan la cuarta parte de lo que en realidad se ha escrito en ellos, por que tengo una fuerte tendencia a potencializar el dolor, sobre todo cuando lo estoy escribiendo, por que ademas esos momentos de desesperación pueden llegar a darme expresiones vivas y profundas de ese sentimiento lo cual me parece maravilloso como pieza literaria.</p>
<p style="text-align:justify;">Los cuentos, los hago por pura diversión y entretenimiento, es como volver a sentarme en el corredor frente al patio y volver a jugar con las muñecas.</p>
<p style="text-align:justify;">Hay tantos pero creo que esas son las categorias mas grandes y significativas.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;"><strong>Por que no me dedico a escribir:</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Esa es una pregunta retorica erronea. Por que si me dedico a escribir, lo hago todos los dias, en servilletas, en libretas que tengo por toda la casa, pienso en poemas cuando me estoy bañando cuando estoy lavando los platos, escribo en mi blog casi a diario y ademas tengo el ordenador lleno de poemas sueltos que escribo bastante seguido, si me dedico a escribir lo hago a menudo, un dia serán publicados, y por eso no he parado desde que descubri que amaba hacerlos y además no era tan mala escribiendo.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#666699;"><strong>Por que no estudié letras:</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Por que pense que tenia miedo de seguir mi sueño, por que me deje llenar la cabeza de ideas que me martillaban a diario y me recordaban que soy buena en muchas otras cosas en las que podia ganar mas dinero. Y la desición que tomé cuando comencé a estudiar mercadeo, lo cual también me hace felíz, fué que para escribir no necesitaba ir a la universidad, probablemente si un par de clases de literatura por que no tengo toda la cultura literaria que me gustaria, pero la elegancia de las letras no las dan las clases que uno recibe sino el talento nato que se trae en la sangre. No quiero ser una profesional escribiendo, eso solo se logra con estudio. Lo que quiero ser un <em><strong>Artista</strong></em> escribiendo,  ESO solo se logra con pasión.</p>
<p style="text-align:justify;">Ahora me doy cuenta que no dejé mi sueño por no estudiar letras, el sueño lo dejaria si dejara de escribir, lo cual no puede pasar, por que tendria que dejar de sentir y dejar de pensar para dejar de hacerlo.</p>
<p style="text-align:justify;">There's my answer, that was easy.</p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;">PS. Digale a una escritora egocentrica que escriba sobre sus poemas, y estos serán los resultados.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poemas nostálgicos]]></title>
<link>http://wigb.wordpress.com/?p=1127</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 21:50:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>wigb</dc:creator>
<guid>http://wigb.wordpress.com/?p=1127</guid>
<description><![CDATA[El Extraño
LLegó por la línea del río ,
de lejos ,
menguada apariencia
al opulento camino ,
casi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>El Extraño</strong></p>
<p>LLegó por la línea del río ,<br />
de lejos ,<br />
menguada apariencia<br />
al opulento camino ,<br />
casi un junco más<br />
al agua<br />
y a los aires fríos .<br />
Nadie lo esperaba<br />
a la entrada del pueblo ,<br />
lo vió sólo alguno<br />
y tampoco se supo<br />
por qué vino ,<br />
a nadie habló ,<br />
sólo cruzó por el polvo<br />
extraño<br />
y con paso cansino .</p>
<p><strong>    Silueta</strong></p>
<p>Anclada sobre la luz filosa del camino ,<br />
una mujer , sola ,<br />
silueta negra ,<br />
detalle de mediodía ,<br />
faz vencida al aire ardiente ,<br />
sola ,<br />
una gota de tierra<br />
en la polvareda ,<br />
en la opacidad de las piedras ,<br />
sola sobre el camino<br />
y en el cielo<br />
resbalaba el día .</p>
<p><strong>    Nostalgia</strong></p>
<p>¿En qué pulcro , océano y vasto<br />
se ocultan tus manos ebrias<br />
para existir y soñar ?</p>
<p>Días ya te enterraron ,<br />
años que sobran tus hábitos ,<br />
enfangados sucesos , hay sólo ,<br />
y estos túmulos vanos<br />
que no alcanzan para amar .</p>
<p>Estos poemas nostálgicos son antiguos , en la actualidad no tengo nostalgia alguna o tal vez sólo las tenga menores como una del mar u otra retórica de la libertad plena ...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cicatrices]]></title>
<link>http://candy002.wordpress.com/?p=180</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 21:43:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>candy002</dc:creator>
<guid>http://candy002.wordpress.com/?p=180</guid>
<description><![CDATA[Cicatrices
Es un reflejo digno de tí. Muestra a una persona fuerte, que prefiere morder y lastimars]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Cicatrices</strong></span><br />
Es un reflejo digno de tí. Muestra a una persona fuerte, que prefiere morder y lastimarse los dientes a ver un deya vu repetirse.</p>
<p>Cierra los ojos. ¿Escuchas las risas de los niños, recuerdas tu flaqueza para no enfrentarles, rememoras lo sufrido?</p>
<p>Jamás te has quejado, jamás te has hecho una mártir, jamás los has perdonado.</p>
<p>Ahora es diferente, ahora las cosas han cambiado.</p>
<p>Nadie se reirá de ti sin recibir una décima parte del dolor que te han infringido. Infelices, bastardos, no tienen derecho.</p>
<p>Te ven como un demonio, ¿dónde está su sonrisa, su compasión, su simpatía? No las encuentran, antes de les claves la daga.</p>
<p>No permitirás más bromas de las que te han hecho, degollarás al inconsciente que dañe a tu gente. ¿Qué clase de persona serías si lo permitiras?</p>
<p>Quieres ser fuerte, para ti, para todos en los que te has visto reflejada, quieres dejar de recordar con rabia. Pero no funciona, aun sientes la impotencia llevándote a las lágrimas, aun está esa maldita espina picando tu corazón.</p>
<p>Levántate y mírate en el espejo, piensa que ya no tendrás el mismo miedo que ayer cuando veas las cicatricas. Todas están ahí, visibles e invisibles, profundas y molestas, signos de tu debilidad.</p>
<p>Lo haces cada mañana, con un poco de aprensión, esperando. No van a desaparecer, ya lo tienes asumido, y no eres tan tonta para creerlo. Aguardas pacientemente ese pensamiento de aliento, al que te metes en la cabeza a base de mucho esfuerzo.</p>
<p>Zancadillas para evitar que rías. Golpes para truncar tu dicha. Apuñaladas que han cortado durante demasiado tiempo tu sonrisa. No, no esperas que se vayan al verte.</p>
<p>Mañana, te dices, la aversión habrá desaparecido y finalmente podrás hacerlo. El temor será cosa pasada, desconocerás la tristeza, te regodearás, al combatir nuevas penas, en que tú has pasado por cosas horrendas y has sobrevivido.</p>
<p>Quizá te enorgullezcas incluso, en silencio humilde lo que has hecho. Mañana, finalmente, no valdrá la pena decirte que has caído.</p>
<p>Mañana te dirás finalmente, sin querer reconocimiento alguno, asimilándolo como verdad absoluta, el corazón aceptándolo mansamente y creyendo en eso, que ya no importan las caídas. Lo importante, te dirás, es que te has levantado.</p>
<p>--------------------</p>
<p>Este poema está dedicado a una amiga que quiero un montón. No voy a decir el nombre, pero espero que ella se dé cuenta de lo que pretendía.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PEGUNTA #4]]></title>
<link>http://nuestraspreguntas.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 21:25:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nestor Giron</dc:creator>
<guid>http://nuestraspreguntas.wordpress.com/?p=35</guid>
<description><![CDATA[Digame que siginifican para ud sus poemas? Porque no se dedica a escribir y porque no estudio en la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Digame que siginifican para ud sus poemas? Porque no se dedica a escribir y porque no estudio en la Universidad algo relacionado con letras?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[hoy]]></title>
<link>http://emotionsouldj.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 20:47:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>emotionsouldj</dc:creator>
<guid>http://emotionsouldj.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[ 
 
Vivo por vivir sabiendo que aun no tengo destino
Sueño por soñar pensando q lo tendre…..
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Vivo por vivir sabiendo que aun no tengo destino</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Sueño por soñar pensando q lo tendre…..</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Me siento sola …..o muy acompañada</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Lleno vacios ,con gente q no es para mi</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">No soy tan poco para autodestruirme </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ni mucho para hacer lo que debo. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Vivo en el pasado por miedo al presente</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Sabiendo q no tengo futuro.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span> </span>Pero vivo…..</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">En el dilema de todos los que no hacen nada.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pero viven sabiendo q tienen algo q hacer,pero no saben que es.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poesias e Poemas - Machado de Assis - A mosca azul ]]></title>
<link>http://blogmais.wordpress.com/?p=1797</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 15:06:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Áulus Silva</dc:creator>
<guid>http://blogmais.wordpress.com/?p=1797</guid>
<description><![CDATA[A mosca azul
Era uma mosca azul, asas de ouro e granada,
Filha da China ou do Indostão.
Que entre a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size:x-small;">A mosca azul</span></strong></p>
<p>Era uma mosca azul, asas de ouro e granada,<br />
Filha da China ou do Indostão.<br />
Que entre as folhas brotou de uma rosa encarnada.<br />
Em certa noite de verão.</p>
<p>E zumbia, e voava, e voava, e zumbia,<br />
Refulgindo ao clarão do sol<br />
E da lua — melhor do que refulgiria<br />
Um brilhante do Grão-Mogol.</p>
<p>Um poleá que a viu, espantado e tristonho,<br />
Um poleá lhe perguntou:<br />
— "Mosca, esse refulgir, que mais parece um sonho,<br />
Dize, quem foi que te ensinou?"</p>
<p>Então ela, voando e revoando, disse:<br />
— "Eu sou a vida, eu sou a flor<br />
Das graças, o padrão da eterna meninice,<br />
E mais a glória, e mais o amor".</p>
<p>E ele deixou-se estar a contemplá-la, mudo<br />
E tranqüilo, como um faquir,<br />
Como alguém que ficou deslembrado de tudo,<br />
Sem comparar, nem refletir.</p>
<p>Entre as asas do inseto a voltear no espaço,<br />
Uma coisa me pareceu<br />
Que surdia, com todo o resplendor de um paço,<br />
Eu vi um rosto que era o seu.</p>
<p><!--more-->Era ele, era um rei, o rei de Cachemira,<br />
Que tinha sobre o colo nu<br />
Um imenso colar de opala, e uma safira<br />
Tirada ao corpo de Vixnu.</p>
<p>Cem mulheres em flor, cem nairas superfinas,<br />
Aos pés dele, no liso chão,<br />
Espreguiçam sorrindo as suas graças finas,<br />
E todo o amor que têm lhe dão.</p>
<p>Mudos, graves, de pé, cem etíopes feios,<br />
Com grandes leques de avestruz,<br />
Refrescam-lhes de manso os aromados seios.<br />
Voluptuosamente nus.</p>
<p>Vinha a glória depois; — quatorze reis vencidos,<br />
E enfim as páreas triunfais<br />
De trezentas nações, e os parabéns unidos<br />
Das coroas ocidentais.</p>
<p>Mas o melhor de tudo é que no rosto aberto<br />
Das mulheres e dos varões,<br />
Como em água que deixa o fundo descoberto,<br />
Via limpos os corações.</p>
<p>Então ele, estendendo a mão calosa e tosca.<br />
Afeita a só carpintejar,<br />
Com um gesto pegou na fulgurante mosca,<br />
Curioso de a examinar.</p>
<p>Quis vê-la, quis saber a causa do mistério.<br />
E, fechando-a na mão, sorriu<br />
De contente, ao pensar que ali tinha um império,<br />
E para casa se partiu.</p>
<p>Alvoroçado chega, examina, e parece<br />
Que se houve nessa ocupação<br />
Miudamente, como um homem que quisesse<br />
Dissecar a sua ilusão.</p>
<p>Dissecou-a, a tal ponto, e com tal arte, que ela,<br />
Rota, baça, nojenta, vil<br />
Sucumbiu; e com isto esvaiu-se-lhe aquela<br />
Visão fantástica e sutil.</p>
<p>Hoje quando ele aí cai, de áloe e cardamomo<br />
Na cabeça, com ar taful<br />
Dizem que ensandeceu e que não sabe como<br />
Perdeu a sua mosca azul.</p>
<p><strong>Machado de Assis</strong></p>
<p><a href="http://blogmais.wordpress.com/?s=Machado+de+Assis" target="_self">Mais de Machado de Assis</a></p>
<p><a href="http://www.aulussilva.co.cc" target="_blank"><strong>By: Áulus Silva</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poema Porno...]]></title>
<link>http://impolutos.wordpress.com/?p=694</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 12:56:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>DEMO</dc:creator>
<guid>http://impolutos.wordpress.com/?p=694</guid>
<description><![CDATA[Quer seja curto ou comprido
Quer seja fino ou mais grosso
É um órgão muito querido
Por não ter e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:green;font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Quer seja curto ou comprido<br />
Quer seja fino ou mais grosso<br />
É um órgão muito querido<br />
Por não ter espinhas nem osso</p>
<p>De incalculável valor<br />
Ninguém tem um a mais<br />
E desempenha no amor<br />
Um dos papéis principais</p>
<p>Quando uma dama aparece<br />
Ei-lo a pular com fervor<br />
Se é um rapaz, estremece<br />
Se é velho, tem pouco vigor</p>
<p>O seu nome não é tão feio<br />
Pois tem sete letrinhas só<br />
Tem um R e um A no meio<br />
Começa em C e acaba </span><span style="font-size:small;">em O</p>
<p>Nunca se encontra sozinho<br />
Vive sempre acompanhado<br />
Por outros dois orgãozinhos<br />
Junto de si, lado a lado</p>
<p>O nome destes porém<br />
Não gera confusões<br />
Tem sete letras também<br />
Tem L e acaba em ÕES</p>
<p>Prá acabar com o embalo<br />
E com as más impressões<br />
Os órgãos de que eu falo...</p>
<p>São o CORAÇÃO e os PULMÕES.</span></span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:green;font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:green;font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;">Pensou Besteira, ô mente poluída. </span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://akione.wordpress.com/2008/07/25/184/</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 10:41:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>akione</dc:creator>
<guid>http://akione.wordpress.com/2008/07/25/184/</guid>
<description><![CDATA[Desde la intensidad emocional,
vuela brevedad
que no alcanza a sentir
el mismo ocaso que da regresar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Desde la intensidad emocional,<br />
vuela brevedad<br />
que no alcanza a sentir<br />
el mismo ocaso que da regresar.</p>
<p>Por una risa en el que m&#xe1;s da<br />
otra sonrisa fugaz<br />
desprendi&#xe9;ndose natural<br />
de mi, de si, por algo que expresar.</p>
<p>Su secreto yace en su espontaneidad,<br />
el coraz&#xf3;n en el aprendizaje<br />
de no saber, desaprender<br />
... y comenzar a navegar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pedro Flores / Poemas]]></title>
<link>http://diazmartinez.wordpress.com/?p=365</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 10:11:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Manuel Díaz Martínez</dc:creator>
<guid>http://diazmartinez.wordpress.com/?p=365</guid>
<description><![CDATA[A LA MUERTE DE UN JOVEN POETA
El poeta ha salido.
Será sólo un momento,
ha dejado las ventanas abi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A LA MUERTE DE UN JOVEN POETA</p>
<p>El poeta ha salido.</p>
<p>Será sólo un momento,<br />
ha dejado las ventanas abiertas:</p>
<p>La arista de una estrella<br />
dormida en la cama aún tibia.</p>
<p>Una jaula sin puerta ni barrotes<br />
cuyo pájaro voló una tarde de hace tanto.</p>
<p>Los andamios del corazón a medio montar<br />
hacia la pared de unos nombres.</p>
<p>La oquedad del aire<br />
donde habitó su sorpresa.</p>
<p>La estela del silencio<br />
buscando su palabra.</p>
<p>El resplandor de las dudas<br />
cavando en sus preguntas.</p>
<p>Todo dispuesto a seguir existiendo<br />
cuando vuelva quien creemos no está,<br />
o cuando aprendamos a ver<br />
a quien nunca se ha ido.</p>
<p>(De <em>La vida en ello.</em>)</p>
<p>LA HUELGA</p>
<p>Dejando atrás nuestras diferencias<br />
(y nuestras experiencias)<br />
nos declaramos desde ahora los poetas<br />
en huelga de versos caídos.<br />
Ya no queremos el estéril territorio de la Luna<br />
entregado por piedad a nuestra tutela.<br />
Exigimos que en la cama de Goethe<br />
los jóvenes forniquen,<br />
que se organicen excursiones gratuitas<br />
al purgatorio de Alighieri.<br />
Que Sor Juana sea nombrada<br />
persona non grata en los conventos.<br />
Amenazamos con dejar sin despedidas los andenes,<br />
sin eternidades los desdenes,<br />
sin mil y una noches los harenes.<br />
Si no se atienden nuestras exigencias<br />
no quedará constancia alguna<br />
de que una vez el mar tuvo crepúsculos.<br />
Tienen de plazo<br />
hasta que las oscuras golondrinas vuelvan.<br />
Lo más terrible, de momento<br />
nos lo guardamos:<br />
Huelga a la japonesa,<br />
si no claudican.</p>
<p>(De <em>La poética del fakir.</em>)</p>
<p>POEMA DE AMOR BUSCA</p>
<p>Poema de amor busca mujer:<br />
sin límites de primaveras,<br />
pero de pocos otoños.</p>
<p>Buena salteadora de tristezas.<br />
Apostadora de vez en cuando a lo perdido.<br />
Vacunada contra lo imposible.</p>
<p>Imprescindible sonrisa a manos llenas.<br />
Se valorará capacidad de confidencia.</p>
<p>Abstenerse corazones de oro,<br />
damas de respetables costumbres,<br />
princesas de torneadas almenas.</p>
<p>Se ofrece:<br />
despacho propio en estos versos<br />
con vistas a un aguacero de dudas.<br />
Sueldo ninguno, pero comisión en los sueños.<br />
Inmediata incorporación a la complicidad.</p>
<p>Interesadas entrar sin llamar<br />
no sin antes haber quemado<br />
todo tipo de referencias.</p>
<p>Poema de amor busca nombre de mujer.</p>
<p>(De <em>Simple condicional.</em>)</p>
<p>-----------------------------------------------------------------------------<br />
<strong>Pedro Flores </strong>(Las Palmas de Gran Canaria, 1968). Obra poética publicada: <em>Simple condicional </em>(1994), <em>Memorial del olvido </em>(1996), <em>El ocio fértil </em>(1998), <em>Nunca prendimos París </em>(1998), <em>El complejo ejercicio del delirio </em>(1998), <em>La poética del fakir </em>(1999), <em>Diario del hombre lobo </em>(2000), <em>Treinta maneras de volver a Ítaca </em>(2003), <em>Con la vida en los talones</em>, <em>antología poética 1992-2002</em> (2003), <em>Poema de Eva en diez tiempos </em>(2004) y <em>Memorias del herrero de Nod </em>(2008).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fin de Babel]]></title>
<link>http://certepatet.wordpress.com/?p=314</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 07:09:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antonio</dc:creator>
<guid>http://certepatet.wordpress.com/?p=314</guid>
<description><![CDATA[
Ha de llegar el día
en que todos hablemos un idioma.
Todos el mismo idioma.
Todos como al principi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">Ha de llegar el día</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">en que todos hablemos un idioma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">Todos el mismo idioma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">Todos como al principio,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">antes de que la ira de Yaveh considerara una montaña</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">unos granos de arena amontonados</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">por la fuerza infantil de unas criaturas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">tan débiles, tan frágiles, tan torpes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">Todos el mismo idioma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">Vuelta sosiego ya la ira del Altísimo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">Terminado el castigo de Babel,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">esa cruel condena</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">por la que un hombre dice “Bendito el pan de trigo”,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">y su vecino entiende “Maldito tú, enemigo”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">Todos el mismo idioma: romance de paisanos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">que negocian, relatan,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">buscan trabajo, amante, hacen deporte…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">y nunca entienden “¡Muerte!”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">cuando el vecino ha dicho “¡Suerte!”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-family:Verdana;">Fin de Babel. ¡Gracias, Yaveh!</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seu Nome um A...]]></title>
<link>http://cafeinometro.wordpress.com/?p=84</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 03:40:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carmô Senna</dc:creator>
<guid>http://cafeinometro.wordpress.com/?p=84</guid>
<description><![CDATA[Reflete no espelho o gosto imperfeito
Do peito de um carioca,
Que resolveu que não lhe cabe mais
F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Reflete no espelho o gosto imperfeito</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Do peito de um carioca,<br />
Que resolveu que não lhe cabe mais<br />
Falar dos seus As...</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Diz-me que manda a razão</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Pra algum outro proibido lugar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">E juro que nem eu sei<br />
Se lá ela há de ficar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Pois nunca ouvi viv’alma que<br />
Entre o céu e o inferno<br />
Conseguisse deixar esses dois opostos no<br />
Mesmo lugar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">E com o A..., toda a loucura pode acordar<br />
Mesmo que apenas seja algo pra enganar<br />
O talvez similar, vai cantar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">E isso, em outro momento poderia revelar<br />
Mas sem os floreios belos, que o A...</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">É apenas mistério dos nossos afobamentos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Então só me basta recordar</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">O velho <em>Poetinha </em><span> </span>que diria: SARAVÁ!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">E pediria benção a esse</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Que sem querer acabou de nos revelar</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#999999;font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Que ter A... é diferente de ser A...</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escritura Aleatoria 107...24-07-2008]]></title>
<link>http://samaleatorias.wordpress.com/?p=117</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 02:37:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>~×Sɑmɑel× ॐ★</dc:creator>
<guid>http://samaleatorias.wordpress.com/?p=117</guid>
<description><![CDATA[Sin estrellas que mirar esta noche nublada paso a contemplar mi propio pensamiento divagante, naufra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sin estrellas que mirar esta noche nublada paso a contemplar mi propio pensamiento divagante, naufrago entre ideas y recuerdos de aquel día de disfrute..Atrapado en una maraña de bostezos, sin escapatoria, ojos llorosos entrecerrados dando paso al sueño por venir..¡Pero No!..Todavía no...Mientras la luz del cielo se desvanece y pierde su brillante azul, esa imagen de hojas cayendo en el retrovisor, difusa secuencia difícil de olvidar, encuentro un lugar apilado con las demás cargas, una más, mientras el montón cae encima..Curva peligrosa, imprudente conductor de su destino y por ende el nuestro, inmediato fin que logramos eludir, la calma volverá mientras el susto se aburra de estar aquí..Encuentros indeseados, comentarios obviados, un ruego para habilitar la opción de la aventura inicial..Ojos vendados contra el viento, adivinando olores y hedores, sólo un juego..Como si hablaras en otro idioma no entendería tu prosa pues ya narro mi propia historia mental..</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[como se que es amor]]></title>
<link>http://emotionsouldj.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 02:21:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>emotionsouldj</dc:creator>
<guid>http://emotionsouldj.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[Por que amor
Por que al verte no hay mas vida que no seas tu
Por que sentirte asi no seas mio me hac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Por que amor</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Por que al verte no hay mas vida que no seas tu</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Por que sentirte asi no seas mio me hace feliz</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Por que por el hecho de sentir me haces especial</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Por que sin ti no tiene sentido escribir.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Dame razones para no amar como amo</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Como te amo sin que me ames</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Para no esperar a diario ver tus ojos</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Y sentirme feliz,para no llorar de desilusión</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Si para mi vales la pena.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Tan solo espero llorar de felicidad</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Verte a los ojos y ver lo mismo que ves en los mios</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Cojerte la mano y caminar con mariposas</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span> </span>acabando con un beso que<span> qu</span>eme el alma.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Solo me apena la realidad</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span> qu</span>e en mi cabeza se pasea</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Murmurando las verdades que mi corazon ignora</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Y ke mas de uno a dicho en mi oido.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Me duele levantarme y saber mi realidad</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pensar en ti sin mas vida</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Solo la resignacion me acompaña</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Cuando el mismo amor se va…..</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="ES-CO"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CAOS poema de joão batista do lago]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3155</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 01:39:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=3155</guid>
<description><![CDATA[                                                  ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<address class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">                                                  </span></span>                    dedicado ao poeta  JB Vidal</address>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:12pt 0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">entre a tensão de mudanças e de origens</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">cobra-se a mudança da origem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">como mudar o caos da virgem?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">nela não há céu, tampouco inferno;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">não há terra, tampouco mar!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Ela é simplesmente caos:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">abismo nebuloso que me faz vagar</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">como força misteriosa</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">moldada entre vazios diásporos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">e assim, filho do caos da virgem</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">vou-me originando em cada verbo</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">sem pressentir que em cada verso</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">pretendo transgredir a virgem</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">num poema feito de versos noviços</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">pensando rasgar o abismo</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">da virgem em palavra que me pariu poeta</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">poeta sem terra, nem céu!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">poeta sem inferno, nem mar!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">[...]</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">poeta do caos!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:12pt 0;" align="center"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De algun tiempo a esta parte]]></title>
<link>http://lixinterior.wordpress.com/?p=212</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 23:05:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>lixinterior</dc:creator>
<guid>http://lixinterior.wordpress.com/?p=212</guid>
<description><![CDATA[DE ALGÚN TIEMPO A ESTA PARTE.
What can I hold you with?
JORGE LUIS BORGES
“Two English Poems]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>DE ALGÚN TIEMPO A ESTA PARTE.</p>
<p>What can I hold you with?<br />
JORGE LUIS BORGES<br />
“Two English Poems"</p>
<p>1<br />
Aquí está el sol con su único ojo, la boca escupefuego que no se hastía de calcinar la eternidad. Y como un rey vencido, observa desde el trono la dispersión de sus vasallos. A veces impregnaba de luz el cuerpo amado. Hoy se limita a entrar por la ventana para decirte que ya dieron las siete y tienes por delante la expiación de tu condena.</p>
<p>2<br />
El día que cumpliste nueve años levantaste en la playa un castillo de arena. Sus fosos se llenaron de agua mar, en sus almenas ardió la eternidad del sol, sus patios fueron incrustaciones de coral y reflejos. Los extraños se acercaron para mirar tu obra. Saciado de escuchar que tu castillo era perfecto, volviste a casa lleno de vanidad. Pasaron ya doce años desde entonces. A menudo regresas a la playa; intentas encontrar restos de aquel castillo. Acusan al flujo y al reflujo de su demolición. Pero no son culpables las mareas: bien sabes que alguien lo abolió a patadas —pero algún día el mar volverá a edificarlo.</p>
<p>3<br />
En el último día del mundo dirás su nombre, simple y perfecto como ese instante que la trajo a tu lado</p>
<p>4<br />
Sueña el mar. El alba enciende las oscuras islas. Zozobra el barco anegado de soledad. En la escollera se dilata la noche.</p>
<p>5<br />
De algún tiempo a esta parte las cosas tienen para ti el sabor acre de lo que muere y de lo que comienza. Áspero triunfo de tu misma derrota, viviste cada día en la madeja de la irrealidad. El año enfermo te dejó en rehenes algunas fechas que te cercan y te humillan, algunas horas que no volverán pero viven su confusión en la memoria. Empezaste a morir y a darte cuenta de que el misterio no ha a extenuarse nunca. El despertar es un bosque en donde se recupera lo perdido y se destruye lo ganado. Y el día futuro, una miseria que te encuentra a solas con tus pobre palabras. Mírate extraño y solo, de algún tiempo a esta parte.</p>
<p>JOSE EMILIO PACHECO</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Hora do Cansaço]]></title>
<link>http://oacervo.wordpress.com/?p=34</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 21:28:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>nerdiando</dc:creator>
<guid>http://oacervo.wordpress.com/?p=34</guid>
<description><![CDATA[As coisas que amamos, as pessoas que amamos são eternas até certo ponto. Duram o infinito variáve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>As coisas que amamos, as pessoas que amamos são eternas até certo ponto. Duram o infinito variável no limite de nosso poder de respirar a eternidade.<br />
Pensá-las é pensar que não acabam nunca, dar-lhes moldura de granito. De outra maneira se tornam absoluta numa outra (maior) realidade.<br />
Começam a esmaecer quando nos cansamos, e todos nos cansamos, por um outro itinerário,<br />
de aspirar a resina do eterno.<br />
Já não pretendemos que sejam imperecíveis. Restituímos cada ser e coisa à condição precária e baixamos o amor ao estado de utilidade.<br />
Do sonho eterno fica esse gozo acre na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar.</p>
<p>--<br />
Carlos Drummond de Andrade</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Flechazo]]></title>
<link>http://mascartas.wordpress.com/?p=88</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 18:31:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>mascartas</dc:creator>
<guid>http://mascartas.wordpress.com/?p=88</guid>
<description><![CDATA[Escarbo en tus ojos
la mujer que hay en ti.

De lo que encuentre enterrado en ellos
depende cual té]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="t23t">Escarbo en tus ojos</div>
<div id="t23t0">la mujer que hay en ti.</div>
<div id="ox"></div>
<div id="rild">De lo que encuentre enterrado en ellos</div>
<div id="rild0">depende cual técnica usaré:</div>
<div id="rild1"></div>
<div id="rild2"></div>
<div>Con el garzón puedo enviarte,</div>
<div id="5o">los primeros cuatro versos de un poema</div>
<div id="rgg1">que dure el resto de mi vida,</div>
<div id="k979">o un cheque en blanco</div>
<div id="udat">con mi celular y una nota que dice:</div>
<div>"tu lo llenas, yo lo firmo"</div>
<div></div>
<div>Quisiera que me lo regresaras</div>
<div>con la cifra completa:</div>
<div><strong>Páguese a</strong>: <em>MI</em></div>
<div><strong>La suma de:</strong> <em>El resto de tu vida-------- </em><strong>pesos</strong></div>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
