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	<title>vattimo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/vattimo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "vattimo"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 03:54:52 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Pensiero Debole]]></title>
<link>http://edsongil.wordpress.com/?p=1323</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 13:07:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edson Gil</dc:creator>
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<description><![CDATA[http://revistacult.uol.com.br/website/news.asp?edtCode=FFBBE6C1-3D1E-42FF-856B-78D78F77C8C6&amp;nwsC]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>http://revistacult.uol.com.br/website/news.asp?edtCode=FFBBE6C1-3D1E-42FF-856B-78D78F77C8C6&#38;nwsCode=248AD170-593A-4CEF-8F54-B1E6086F00AC</p>
<p>Revista CULT - Ed. 126, Jun. 2008</p>
<p><strong>Capitalismo é, em grande parte, responsável pela infelicidade</strong></p>
<p><em>Gianni Vattimo nasceu em Turim, no norte da Itália, em 1936. Formou-se em Filosofia na universidade local e nela ensina até hoje (pretende aposentar-se em 2009). Fez especialização na Universidade de Heidelberg, Alemanha, e passou por universidades norte-americanas como professor visitante. Autor de O fim da modernidade (ed. Martins Fontes) e organizador, com Derrida, da coletânea A religião (Estação Liberdade), publicou também A sociedade transparente (Relógio D'Água), entre outras obras, algumas inéditas no Brasil. Vattimo foi deputado no Parlamento Europeu, viaja pelo mundo proferindo palestas, sempre para grandes platéias, lotadas, e escreve em jorn ais e revistas. Gosta do contato com estudantes, é generoso e encantador. Um homem brilhante, com um currículo extenso, que entretanto não o torna inacessível. Está sempre disposto a atender às inúmeras solicitações.</p>
<p>Em junho, passou por São Paulo e encontrou-se com colegas como Marcia Tiburi, Vladimir Safatle, Juvenal Savian, Ruy Braga e Nello Barille, entre outros. Na visita ao Brasil, foi acompanhado pelo professor italiano Massimo Di Felice, da ECA/USP. Nesta entrevista exclusiva, Vattimo fala sobre pensamento fraco ( pensiere debole), filosofia, religião e política, além da militância homossexual, iniciada nos anos 1950, quando tal atitude era muito mais que arriscada.</em></p>
<p><strong>CULT - Seus escritos afirmam que, no debate atual, não é mais aceitável a idéia de que o pensamento filosófico seja o da procura da fundação normativa da realidade. Pode nos falar sobre isso?</strong><br />
G. V. - Até agora, no pensamento metafísico (como Martin Heidegger o define, o pensamento que identifica, de uma vez por todas, o ser com uma estrutura objetiva), as normas do agir são modos-de-ser buscados na essência das coisas: você é um homem, um animal racional, logo, DEVE fazer isto ou aquilo. Tudo isso lembra um pouco a essência natural, segundo Aristóteles: se o fogo tende para cima, a pedra para baixo etc. Se o ser não é estrutura dada de uma vez por todas, mas evento, entende-se que a essência das coisas é determinada no ser em um certo horizonte histórico que é um evento interpretativo. Se as coisas são de um modo, isso não quer dizer que devam ser sempre desse modo. (É um pouco como a crítica marxista da ideologia.) Em suma, a idéia de tirar da essência das coisas a norma para a prática é uma idéia da classe dominante, para a qual a presente ordem vai bem. Mas quem não está bem na ordem atual, não tem razão para crer que as normas provenham das coisas, tal como elas são de fato. De onde, então, tomar as normas? Por um niilismo consciente, a partir unicamente da negociação e do acordo entre indivíduo e grupo social, sem nenhuma pretensão de fundamentar-se sobre a "natureza" das coisas. Se não fosse assim, a democracia também não faria o menor sentido e seria necessário confiar sempre nos "peritos": prêmio Nobel, Comitê Central, Papa...</p>
<p><strong>CULT - Quais são as implicações do pensamento fraco (pensiero debole)? Quais seus contrapontos em relação ao pensamento forte, ou seja, o da metafísica clássica?</strong><br />
G. V. - Libertação das pretensas essências naturais, que são sempre autoritárias. Redução da ética a um único ponto ligado à libertação de cada um: não cometer violência, no sentido de não impor a ninguém o que esse não deseja. Pode-se, no máximo, tentar persuadi-lo, mas nunca com o argumento de que a "natureza" impõe certa solução. Tomemos o clássico exemplo da eutanásia: neste caso, a violência não é ajudar alguém, que o deseja, a morrer, mas lhe impor que viva ainda que, depois de uma madura discussão, ainda prefira a morte. Em linguagem cristã, eu digo sempre que os códigos possam se tornar unicamente "mais caridosos regulando as relações". Há um único imperativo absoluto, o respeito ao outro em sua liberdade; o resto são convenções que nos servem para que exercitemos este único dever de base.</p>
<p><strong>CULT - Fale sobre a passagem do pensamento fraco para o pensamento dos fracos? ( pensiero debole al pensiere dei deboli?)</strong><br />
G. V. - Trata-se de uma passagem que tem se tornado para mim muito cara, quanto mais medito sobre a relação entre a metafísica e o poder. É uma tese das classes dominantes segundo a qual haveria uma ordem objetiva das coisas à qual deve-se conformar. De resto, Platão não era um proletário, como se sabe. A luta contra a metafísica é a luta contra o autoritarismo e o privilégio de que as coisas "são" como "estão" e que, na realidade, quer que permaneçam assim. O pensamento fraco é, por isso, o pensamento de todo aquele que não está em sua comodidade na (de)sordem presente. (Como ficará entendido, uma das minhas principais inspirações vem da Tese sobre filosofia da história, de Walter Benjamim). É indiscutível que quem não está em sua comodidade é antes a maioria da humanidade: a hierarquia social e o exercício do poder sempre vencem, assegurando o domínio de poucos sobre muitos. O pensamento fraco é também, um pensamento que respeita a esperança da maioria; no fundo, um pensamento autenticamente democrático. Eu estou com os fracos porque, em muitos sentidos, sou um deles, e não porque haja para mim uma razão metafísica para preferi-los.</p>
<p><strong>CULT - Quais são as conseqüências da angústia e da solidão? A humanidade está desiludida?</strong><br />
G. V. - Não saberia dizê-lo sem incertezas. Hoje nós falamos da humanidade de maneira muito mais fundamentada do que foi possível falar no passado; conhecemos mais culturas, tipos de sociedade, ética. E, pelo que sabemos, a modernização tem produzido mais dificuldades do que tem trazido soluções em muitas áreas do planeta. Assim, a globalização, sobre a qual se gasta tanta retórica, tem, na realidade, aumentado a distância entre o rico e o pobre, e parece dar razão a Karl Marx sobre a difusão da pobreza e a progressiva proletarização. Um ditado, que não sei bem de onde vem, ressoa: os Estados Unidos têm exportado a infelicidade em todo o mundo. Quando se pensa no custo-benefício da competitividade e no desfrute que comporta o desenvolvimento, devemos reconhecer que este ditado é verdadeiro. O capitalismo é, em grande parte, responsável por esta montanha de infelicidade.<br />
<strong><br />
CULT - Como a filosofia auxilia a compreensão da sexualidade na época contemporânea?</strong><br />
G. V. - Esta é uma questão muito difícil, porque não conseguimos considerar "objetivamente" pois estamos imersos na situação problemática que se deveria resolver na resposta. Talvez o apóstolo São Paulo, com todas as culpas com as quais tenha marcado a ética cristã, não tenha errado em falar de um "espinho na carne". Quem pode dizer, filósofo ou não, que tenha resolvido, de modo satisfatório, o problema da sensualidade? E, por outro lado, será verdade que não haveria ninguém que preferisse não ser atormentado por esse espinho? A filosofia talvez nos ajude a entender que a sexualidade, com todas as suas complicações, é um aspecto, talvez, antes, o aspecto essencial da nossa finitude. O fato de eu, como filósofo, nunca ter me preocupado a fundo com este problema (de resto, como tantos filósofos meus mestres, inclusive Martin Heidegger) é só um sinal de que eu pertenço a um mundo ainda caracterizado pela repressão.</p>
<p><strong>CULT - O senhor foi um ativista importante pelos direitos dos homossexuais quando a maioria dos intelectuais não se manifestava. Quais as conseqüências que essa coragem acarretou para sua carreira universitária e política?</strong><br />
G. V. - Confesso que ter manifestado a minha preferência homossexual não tem me criado muitos problemas. Talvez porque quando eu estive em minha outing (não por minha decisão, mas por causa dos meus amigos da Libertação Gay, que vieram a mim para que eu os representasse em um partido italiano, isso já há mais de trinta anos) eu já era um reconhecido jovem filósofo, autor de livros e professor universitário. Vale dizer que eu estou consciente de que os problemas acerca da orientação sexual estão profundamente ligados à estrutura de classes. Se eu fosse um operário, teria, provavelmente, me deparado com muito mais dificuldades. Fato significativo é que, poucos meses depois de minha outing, a faculdade elegeu-me presidente. Um milagre? Talvez não. Só a vontade dos meus colegas de parecerem progressistas, ainda que, na realidade, não o fossem. Eu certamente considero toda a angústia que, como cristão praticante, este problema me criou desde aquele primeiro momento. E provo um certo ressentimento por ter sido obrigado a viver minha primeira experiência erótica e de namoro como um excluído; meus amigos namoravam livremente, e eu nunca estava preparado para cortejar as pessoas pelas quais demonstrava um início de amor. Também sobre este plano, muitas coisas têm mudado. Mas devo dizer que, sobre as questões sociais e profissionais, não sou obrigado a pagar nenhum preço por ser gay. Talvez eu tenha tirado alguma vantagem em termos de visibilidade e respeito público. Hoje é moda declarar-se homossexual, tanto que, volta e meia, me sinto tentado a ir para o outro lado. Mas, como me disse um amigo, agora não haveria sentido em me declarar heterossexual, mas, antes, VETEROsexual.<br />
<strong><br />
[Leia a íntegra da entrevista na edição de julho/08 da Revista CULT, nas bancas.]</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Manifestazione 8 luglio: adesioni giunte fino a oggi ]]></title>
<link>http://wildgretapolitics.wordpress.com/?p=1120</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 22:27:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>wildgreta</dc:creator>
<guid>http://wildgretapolitics.wordpress.com/?p=1120</guid>
<description><![CDATA[
(Questo post viene aggiornato ogni ora)
Antonio Di Pietro con l&#8217;Italia dei Valori, Pancho Par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/files/2008/07/bandiera2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1122" src="http://wildgretapolitics.wordpress.com/files/2008/07/bandiera2.jpg?w=200" alt="" width="200" height="152" /></a></p>
<p><strong>(Questo post viene aggiornato ogni ora)</strong></p>
<p>Antonio Di Pietro con l'Italia dei Valori, Pancho Pardi (deputato IDV) Paolo Flores D'Arcais (Micromega) e Furio Colombo (deputato PD) hanno lanciato la manifestazone dell'8 luglio in nome della libertà e della democrazia e in difesa della Costituzione. Marco Travaglio e Beppe Grillo hanno aderito subito e interverranno alla manifestazione.  Aggiorneremo l'elenco delle adesioni ogni giorno, quindi scrivetemi. Ecco le altre adesioni giunte finora direttamente agli organizzatori, arrivate qui o lanciate dai propri siti internet: </p>
<p><strong>Partiti:</strong> <strong>IDV, Sinistra Democratica, PRC</strong> ( Acerbo, Claudio Grassi e Paolo Ferrero). <strong>PDCI </strong>(Oliviero Diliberto)<strong> PCL</strong> (Ferrando)  AlcunI iscritti al <strong>PD</strong> hanno deciso di aderire personalmente alla manifestazione, nonostante il no di Veltroni.</p>
<h2>Autonomisti Lombardi <a href="http://www3.varesenews.it/politica/articolo.php?id=102835">(leggi dichiarazione)</a></h2>
<p><strong>ONORIO:</strong> "<strong>gli amici del P.D. di Lavis (tn)- Zambana e Nave San Rocco aderiscono alla protesta organizzando una manifestazione territoriale</strong>."</p>
<p><strong>Artiuro Parisi(PD) <a href="http://www.ilmessaggero.it/articolo_app.php?id=8173&#38;sez=HOME_INITALIA&#38;npl=&#38;desc_sez=">Leggi dichiarazione</a></strong></p>
<p><strong> Giovanni Bachelet, membro della direzione nazionale del Pd.</strong></p>
<p><strong>Adesioni società civile, intellettuali, giornalisti</strong></p>
<p><strong>Umberto Eco</strong>:<a rel="bookmark" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/2008/07/02/anche-umberto-eco-alla-manifestazione-dell8-luglio-a-piazza-navona/"><span style="color:#e12d95;">Anche Umberto Eco alla manifestazione dell’8 luglio a piazza Navona</span></a></p>
<p><strong>GIUSTIZIA/ BREDA (FIOM): OK A MANIFESTAZIONE 8 LUGLIO: <a href="http://notizie.alice.it/notizie/economia/2008/07_luglio/07/giustizia_breda_fiom_ok_a_manifestazione_8_luglio,15358011.html">Leggi dichiarazione</a></strong></p>
<p><strong>Nuove adesioni dal sito Micromega</strong>: DARIO FO - PIERGIORGIO ODIFREDDI - PIEFRANCO PELLIZZETTI-<a href="http://temi.repubblica.it/micromega-online/barbara-spinelli-e-urgente-che-esista-la-pietra-dello-scandalo/?com=527"> BARBARA SPINELLI</a></p>
<p><strong><a href="http://mattinopadova.repubblica.it/dettaglio-news/Roma-15:44/3204544?edizione=Abano">Mario Barbi</a> (Partito Democratico)</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Rita Borsellino</strong></p>
<div><strong>Giuseppe Giulietti Articolo 21</strong></div>
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<p><strong></p>
<table id="read_msg" border="0" width="100%">
<thead>
<tr class="bgcolored border top">
<th colspan="2" align="right"> </th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr class="read_msg_text noborder">
<td colspan="2"><!-- google_ad_section_start --></p>
<h3 class="mailtext">Stessa ora con Roma, con stessi obietivi, una manifestazione di studenti italiani (da genitori greci e italiani) manifesterano a Piazza della Costituzione di Atene (fuori dal parlamento greco) contro le leggi-canaglie della destra italiana.<br />
Qui, il primo aviso-invito: <a href="http://sibilla-gr-sibilla.blogspot.com/2008/07/8-7.html" target="new"><span style="color:#003399;">http://sibilla-gr-sibilla.blogspot.com/2008/07/8-7.html</span></a></h3>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> Sandro Ruotolo: <a href="http://sandroruotolo.splinder.com/tag/manifestazione+8+luglio">leggi dichiarazione</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></strong></p>
<p><strong> GLI AMICI DI BEPPE GRILLO DI ROMA PARTECIPANO</strong><br />
<strong>l'8 luglio 2008 alle 18 in Piazza Navona a supporto di tutta la Società Civile<br />
in difesa dello Stato di Diritto e della Costituzione Italiana.</strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong><!--more--></strong></p>
<p><strong>Don Andrea Gallo, da Genova.</strong> Clicca per ascoltare il file audio prodotto dal sito Micromega   <a href="http://temi.repubblica.it/micromega-online/don-andrea-gallo-perche-aderisco-audio/">don-andrea-gallo-perche-aderisco-audio</a></p>
<p><strong>Gianni Vattimo</strong>:Clicca per ascoltare il file audio prodotto dal sito Micromega: <a href="http://temi.repubblica.it/micromega-online/gianni-vattimo-perche-aderisco-audio/">http://temi.repubblica.it/micromega-online/gianni-vattimo-perche-aderisco-audio/</a></p>
<p><strong>Salvatore Borsellino-</strong> Brescia:<a href="http://temi.repubblica.it/micromega-online/salvatore-borsellino-perche-aderisco-audio/">salvatore-borsellino-perche-aderisco-audio</a></p>
<p><strong>Moni Ovadia</strong> <a href="http://temi.repubblica.it/micromega-online/moni-ovadia-perche-aderisco-audio/">moni-ovadia-perche-aderisco-audio</a></p>
<p><strong>Barbacetto:</strong><a href="http://temi.repubblica.it/micromega-online/gianni-barbacetto-perche-aderisco-audio/">gianni-barbacetto-perche-aderisco-audio</a></p>
<p><strong>File audio adesioni di</strong>: Margherita Hack, Lidia Ravera, Gallino, Dacia Maraini, Cremaschi, Beha, Rovelli, Celestini su: <a href="http://temi.repubblica.it/micromega-online/">http://temi.repubblica.it/micromega-online/</a></p>
<p><strong>Il liceo Mamiani di Roma- Stefania</strong></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;">tanino ferri  <a href="http://www.taninoferri.com/">www.taninoferri.com</a></span></strong></p>
<p><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=644"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/70649a0dfffb6c1c43a38b6c5770a3a9?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"> francesco</span></strong></a></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;">cangi enzo</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;">alessandro</span></strong></p>
<p><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=635"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/ba5b30afc4a71004f48c7485c4559845?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"><strong> giorgio</strong></span></a></p>
<p><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;">Manuele</span></strong></p>
<p><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=630"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/69b80406b3f9d2d8d0172b653ef5dc6d?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"> Simone</span></strong></a></p>
<p><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=628"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/1a086e7eedb3f240d278f16fda5f0c90?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"> Mari</span></strong></a></p>
<p><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=621"><img class="avatar avatar-eftorsello avatar-32" src="http://a.wordpress.com/avatar/eftorsello-32.jpg" alt="" width="32" height="32" /><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"> Redazione</span></strong></a></p>
<p><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=619"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/e35cd6815bfd57449da5870e2bafc6a8?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"> sara</span></strong></a></p>
<p><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=618"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/6b58455801798ef75fcc775d71d0dcea?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"> Carmela Fantini</span></strong></a></p>
<p><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=615"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/e1c6b4dfbfe01cae47b40c902ad634f3?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"> sapo</span></strong></a></p>
<p><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=611"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/46bfa2156a7a0bf74fd4a148f4aa03f0?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"> matilde</span></strong></a></p>
<p><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=651"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/337d0c0e6389b46012aa47e7bdcfbb99?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"> tiziana angeleri</span></strong></a></p>
<p> <a rel="external nofollow" href="http://www.forapani.it/"><strong><em><span style="color:#e12d95;">sergio forapani</span></em></strong></a>  <a href="http://www.sergioforapani.it">www.sergioforapani.it</a></p>
<p class="comment-author"><strong><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=652"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/fdbe8131276626a056cc810a1b989097?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"> Giuseppe Giobbe</span></a></strong></p>
<p class="comment-author"><a class="row-title" title="Modifica commento" href="http://wildgretapolitics.wordpress.com/wp-admin/comment.php?action=editcomment&#38;c=658"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/38d23e0e1366228cfcdba54f6a468795?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /><strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;"> Salvatore</span></strong></a></p>
<h2 class="comment-author"> <em>jessica</em> Dice: "spero di poterci essere, per ribadire il mio odio verso tutti gli oppressori e i loro servi."</h2>
<p class="comment-author"><strong><em>emanuela</em></strong> Dice: "sono indignata per quello che sta (di nuovo) accadendo in italia e ancora di più perchè veltroni ( da me votato)non aderisce a questa importantissima manifestazione!io non potrò esserci fisicamente ma ci sarò col cuore e col pensiero.grazie a chi l’ha organizzata e a chi sarà in p.zza navona !"</p>
<h3 class="comment-author">Giuseppe Giobbe Segretario Nazionale DirCit<br />
Associazione per la Difesa dei DIRitti dei CITtadini:"Aderisco alla Manifestazione indetta in nome della libertà e della democrazia e in difesa della Costituzione e sarò in piazza l’otto luglio."</h3>
<p class="comment-author"><strong><em>Annalisa</em></strong> Dice: "Veltroni (che ho votato…sic!) aspetta che gli italiani finiscano le ferie per scendere in piazza…gli italiani quali? la maggioranza, soprattutto dei suoi elettori ,non farà ferie o comunque ben poche…che Veltrusconi esista sul serio? Io ci sarò e per la prima volta in piazza con mio figlio di quasi 18 anni ed i suoi ed i miei amici…perché la democrazia costruita dai nostri padri è passata nelle nostre mani per essere donata ai nostri figli…e nessun mostro bicefalo…nessun Veltrusconi lo dovrà impedire!"</p>
<p class="comment-author"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/aa7cca85561e743f5cf6237af58a050d?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /> <cite><strong>roberta</strong></cite> Dice: "hei vengo anch’io!!!"</p>
<h2> <img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/cf3ba8df016566ff43465f6985a9e6f4?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /> <cite>Vincenzo Noja</cite></h2>
<h2><cite></cite><em>Comitato contro l'indulto (<a href="http://noindulto.blogspot.com">http://noindulto.blogspot.com</a>)</em></h2>
<div><strong><em></em></strong></div>
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<div><strong><em></em></strong></div>
<p><strong><em></p>
<h2><a href="http://www.bambinicoraggiosi.com/?q=node/394">"BAMBINICORAGGIOSI" ADERISCE ALLA MANIFESTAZIONE DELL'8 LUGLIO A ROMA- PIAZZA NAVONA</a></h2>
<p>  </p>
<p><strong><em>Gabriel Martignon</em></strong></p>
<p> </p>
<p> Comitato verità e giustizia per Genova: <a href="http://www.veritagiustizia.it/comunicati_stampa/manifestazione_8_luglio_a_roma.php">leggi dichiarazione</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></em></strong></p>
<p><strong><em>francescaborgotaro</em></strong></p>
<p><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/9f152cbeacf2675010490aa27a999488?s=32&#38;d=identicon" alt="" width="32" height="32" /> Giovan Sergio Benedetti</p>
<p><a rel="external nofollow" href="http://www.montagnadiarvello.it/"><strong><em><span style="color:#e12d95;">Montagna di Arvello</span></em></strong></a> <a href="http://www3.varesenews.it/politica/articolo.php?id=102835"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista con Gianni Vattimo,]]></title>
<link>http://elvanguardista.wordpress.com/?p=170</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 17:18:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>el director</dc:creator>
<guid>http://elvanguardista.wordpress.com/?p=170</guid>
<description><![CDATA[Entrevista 
con Gianni Vattimo,

 
 


 Nota: estamos en finales, y yo además tengo en las noches c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:26pt;font-variant:small-caps;">Entrevista </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:26pt;font-variant:small-caps;">con Gianni Vattimo,</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:26pt;font-variant:small-caps;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:11pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://elvanguardista.files.wordpress.com/2008/07/vattimo-firma.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-178" src="http://elvanguardista.wordpress.com/files/2008/07/vattimo-firma.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:11pt;"> Nota: <span style="color:#008000;">estamos en finales, y yo además tengo en las noches clases de Seminario en la maestría (de 6 a 10pm). En esta semana estamos los profesores Gianluca Famiglietti (Universidad de Pisa) y Kristian Complak (Universidad de Wroclaw, Polonia) se encargarán de hablarnos  de la Función Jurisdiccional y el Estado Constitucional, y de la Historia de la Jurisdicción Constitucional respectivamente. Ello sumado a los finales, el que resta es el de Derecho de la Competencia (Haro/Luque), me tiene la vida hecha un yogurt...</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong><span style="font-size:11pt;">Entonces, y puesto que luego de ello, aun quedan trabajos que presentar (al profesor Carlos Ramos aun no le envio mis avances), etc., y considerando que hacia la quincena de mes se ha programado mi vieja a Ayacucho (por el tema de la Clínicas Jurídicas)... y sin dejar de  lado la labor editorial de <em>Derecho PUC</em> (menuda cantidad de articulos que revisar)..., sencillamente  no me quedará tiempo para postear por un tiempo interesante...</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong><span style="font-size:11pt;">Dicho todo ello, les dejo con una entrevista. Esta humilde entrevista esta dedicada a todos los miembros de la Vanguardia! </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:11pt;"><span style="color:#008000;">Sin mayores preambulos...</span><br />
</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://elvanguardista.files.wordpress.com/2008/07/van-blog.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-171" src="http://elvanguardista.wordpress.com/files/2008/07/van-blog.jpg?w=300" alt="" width="300" height="119" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">El bus que me lleva al encuentro de uno de los más grandes filósofos contemporáneos demora en arribar. Prendo y apago la grabadora, hago una pequeña prueba de sonido, reviso las pilas de la cámara fotográfica que he logrado conseguir y subo al bus, con pie derecho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">El trayecto dura 30 minutos aproximadamente, tiempo en cual puedo dar cuenta de las principales ideas del filosofo del pensamiento débil, de este hombre que siendo siempre un intelectual de izquierda pasa de la teoría a la praxis, sin entender muy bien de que va todo ello, pero seguro de que la idea de la inacción lo sumiría en una contradicción profunda. Lujo que rechaza y por ello decide invertir –como él mismo ha dicho en más de una ocasión: la distancia de la política y el acceso a la misma se mide en los euros que uno tenga o pueda tener- en afirmar sus ideas y convicciones desde el Parlamento italiano. Gianni Vattimo ha departido escena con los pensadores más importantes del siglo que se fue, y se ha consagrado académicamente con lecturas sobre Habermas, Foucalt, Heidegger, Nieztche; entre otros, ha sostenido infinidad de debates y controversias; y compartido mesas con personajes que van desde Bobbio a Miguel Giusti, por mencionar un lugar común. Gianni cuenta con un carisma peculiar y una personalidad envolvente, suele improvisar en los escenarios y posa cual si fuera el Charly García de la filosofía; y al igual que el anterior, la noche antes a esta entrevista ha sostenido en Lima, ciudad capital, lo que con osadía dijo en Cuba fechas atrás: “gracias por venir a escuchar mi pensamiento, pero eso no debe de sorprendernos puesto que es claro que soy… <em>un genio</em>”   (cosa similar dijo en Lima, cuando fuimos a verle con Kenny Díaz y  Branko knezevics... y no recuerdo quien más)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Considero ocioso continuar este intento de presentación, pues hoy por hoy, a guisa de la postmodernidad que él propugna y respecto de la cual nos ofrece una de las más sólidas y articuladas lecturas, puedo tomarme la licencia de pedir a los interesados <em>googlear</em> al profesor Vattimo o someter sus nombres al <em>search</em> de la wikipedia. Considero que estas acciones ilustrarán mucho más al lector y de mejor manera de la que yo humildemente podría acometer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Sin mayores preámbulos, los dejo con esta conversación con pretensiones de entrevista que sostuvimos en el lobby del hotel Meliá Lima poco antes del vuelo que lo llevaría a conferenciar en Brasil y continuar su magical mistery tour filosófico académico...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://elvanguardista.files.wordpress.com/2008/07/vattimo-vanguardista.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-175" src="http://elvanguardista.wordpress.com/files/2008/07/vattimo-vanguardista.jpg" alt="vattimo con la primera PS" width="460" height="613" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:11pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:11pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:11pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong><em><span style="font-size:11pt;">Una primera duda que nos asalta, sobre la base de tu más reciente publicación Ecce comu, es: ¿Cuál crees tú que es el rol del Estado en las democracias postmodernas?</span></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Pienso que el rol del Estado es corregir las diferencias naturales. La naturaleza es lo que se trata de sobrepasar para dirigirse a la cultura. Como decía Baudelaire: <em>cuando encontré virtud, encontré contra naturaleza</em>. El Estado tiene que, no simplemente explotar las diferencias naturales para producir más producto interno bruto, sino tiene que, ante todo, igualizar -hacer más equitativas- las condiciones de la personas para que haya una competencia, deportivamente, aceptable.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong><em><span style="font-size:11pt;">Desde tu perceptiva, hablamos un poco del rol social del Estado. Lo tiene, no lo tiene, coméntanos un poco al respecto.</span></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Absolutamente que lo tiene, en el sentido que, como te decía, sobre todo el punto de una suerte de corrección de la naturaleza. El Estado es -incluso en Hobbes- la salida del mundo de la naturaleza pura, del mundo de la lucha de todos contra todos, de la animalidad. Me parece que esto sigue siendo el punto; y sobre todo lo digo porque, tengo la impresión que, muchas veces el Estado ha sido, por lo contrario, una suerte de concentración de las diferencias dadas. Es decir de la fuerza, de los individuos, de las herencias, etcétera, etcétera. Tiene básicamente una función correctiva el Estado, y después, lo ya dicho, permitir que los individuos compitan los unos con los otros, pero en condiciones de relativa igualdad.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:11pt;"><span style="color:#008000;">Ahora, cuál es el problema con la competencia, respecto de la exaltación de la misma que mencionas en el libro: Izquierda en la era del karaoke. Tú has hablado sobre la idea de igualdad y la tolerancia; y la exaltación de la competencia como una cosa no muy bien vista</span> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Yo no creo que la competencia no sea una cosa humana, porque efectivamente hay en medio de los caracteres del ser humano una voluntad de afirmación de su personalidad, etc., que no se puede considerar totalmente negativa. Pero, cuando yo digo que hay entre los elementos constitutivos del ser humano, incluso, el impulso a la competencia; yo sé que esto no es una naturaleza pura, es ya una historia de gente que tenía -o no tenia- una superioridad, decir que nunca se puede imaginar un <em>status</em> <em>quo</em> ante, siempre estamos en un status determinado, y para nosotros, determinado por el hecho que hemos tenido una larga historia de dominación: de dominación de clases, dominación de grupos, incluso de dominación de machos contra las mujeres, etc. etc. <span style="background:yellow none repeat scroll 0;">Este es el punto en mi sentido, incluso pensando filosóficamente con Heidegger, <strong>lo que tenemos que hacer es hacer proyectos</strong></span>. Pero estos proyectos son proyectos arrojados, es decir que la existencia es un proyecto arrojado porque es siempre en condiciones dadas que tienen que ser corregidas, limitadas, re-cambiadas. El </span><em><span style="font-size:9pt;">daemon</span></em><span style="font-size:11pt;"> de Sócrates, el espíritu de la conciencia, decía siempre lo que no tenía que hacer, no lo que tenía que hacer. Lo que tengo que hacer es siempre sugerido por mi naturaleza física: el hambre que tengo, las pulsiones frente a los otros. El espíritu me dice lo que no tengo que hacer: tengo que limitar, tengo que corregir la pulsión natural. Esto en política es muy importante, es como tomar los datos de la situación en la cual <em>somos,</em> como un punto de partida para una modificación dirigida por qué, orientada por cuál valor:<span> </span>por el valor de la cara del otro, diría Levinas, o del respecto del otro, del amor cristiano. Yo creo que la única ley efectiva que tenemos es la caridad frente al otro, es decir no imponer nada. Esto parece muy abstracto, efectivamente, yo digo siempre, como tú, que eres también un filosofo del Derecho, las leyes son caridad mas reglas de tráfico. No hay leyes naturales, por ejemplo las reglas de tráfico es que no se pasa con el rojo sino con verde; bueno, eso es importante; porqué debo respetar esta regla: ¿por qué hay un valor natural del rojo y del verde?, sólo por caridad. Si uno empieza a pensar las leyes del Estado, como una aplicación del aspecto recíproco con construcción de reglas porque este aspecto se actué, se desarrolle y despegue, a mí me parece injusto. Yo no digo que es natural, absoluta, la ley de no matar, ¿porqué? Tanto la humanidad se desarrollo siempre matándose horriblemente, tanto la  Iglesia misma, tal vez Benedicto XVI, y sobre todo hay la pena de muerte -obviamente yo estoy en contra-, pero, como decir, yo estoy a favor de una reglada ley de eutanasia. Si alguien me pide ser matado; matarlo yendo en contra de su voluntad, sería una violación; pero si lo ayudo a morirse, porque él quiere morirse, tiene buenas razones, etcétera, etcétera, no puedo prohibirlo. Por lo tanto, la única regla absoluta es la caridad, es el respeto de la libertad del alma del otro, todo lo restante son convenciones.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong><em><span style="font-size:11pt;">¿Crees que el capitalismo es un sistema que al final condena al desarrollo humano a una competencia desenfrenada por recursos, entre otras cosas?, ¿cuál sería el papel del Derecho?</span></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Por ejemplo, un papel, como había dicho, <strong>reglar no sólo la competencia en actos, sino preparar condiciones de competencia que no sean inhumanas.</strong> Porque, efectivamente, el capitalismo se desarrollo como el salir de una condición de desigualdad que se consideraba natural, y se desarrollo haciendo crecer estas diferencias. Hoy lo pasa en el mundo capitalista es que los pobres son cada vez más numerosos y los ricos son siempre más ricos y menores en número. Es decir, que en un sentido el pobre Karl Marx tenía razón cuando profetizaba la proletarización universal, lo que pasa es así. Obviamente, el problema es: ¿hay otros sistemas?, porque la señora Tatcher, decía que el único sistema de producir bienes es el capitalismo. Yo tengo muchas dudas sobre eso. Porque, tú piensas, por ejemplo, hay alguien que ha dicho que los Estados Unidos han exportado infelicidad en todo el mundo, ahora, esto quizá es demasiado, pero, si tú piensas: <strong>¿cuántos psicofármacos consumen los estadounidenses?</strong>, aunque sean una de las sociedades más ricas del mundo. No es tan absurdo pensar que una sociedad de competencia intensa, desarrolla muchísima producción de bienes, de riqueza, etcétera, para los que participan; pero crea muchísimos lugares: de un lado de exclusión, de los pobres; de otro, de infelicidad en los mismos ricos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:11pt;"> Es un sistema de vida que no funciona, funciona mal por los mismos fines que se propone.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> Yo no sé, pero por ejemplo, <strong>pienso que una sociedad donde haya una participación político cultural más grande, tolera incluso un poco más límites.</strong> Decimos que si no puedo tener tres coches, lo tolero mejor en una sociedad socialista que si vivo en una sociedad capitalista, porque acepto junto con los otros, limites y demás: la participación política es fundamental para tolerar la existencia, este es el punto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:11pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:11pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong><em><span style="font-size:11pt;">Sobre algunas cosas que has escrito y mencionado, cómo se entiende la izquierda a partir del pensamiento débil, cómo se entiende la izquierda a partir del discurso de Gianni Vattimo</span></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Distingo la izquierda de la derecha, como decía antes, porque <strong><span style="color:#000000;">entiendo a la derecha como la que siempre se propuso explotar las diferencias existentes para intensificar la competencia, para intensificar la producción</span></strong>. Por mencionar algo, la derecha frecuentemente ha sido racista: los negros no son buenos, los blancos son mejores. Es siempre como una manera de tomar la naturaleza como un dado que se tiene que explotar, pero respetando como es. Tú naturalmente eres más joven y fuerte que yo, bueno, entonces yo te permito, sin límites, desplegar tus capacidades. La izquierda siempre ha sido el partido de la cultura, el partido de la modificación<span> </span>de las condiciones naturales. <span style="background:yellow none repeat scroll 0;">Esto se ve muchísimo, obviamente; incluso la política de derecha ha sido activamente comprometida en poner estructuras, diferencias, etcétera. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="background:yellow none repeat scroll 0 50%;font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="background:yellow none repeat scroll 0 50%;font-size:11pt;">A mí me parece que se trata, fundamentalmente, de construir una sociedad más igualitaria</span><span style="font-size:11pt;">, son los ideales de la Revolución  Francesa: igualdad, fraternidad y libertad. Sin la igualdad no se realiza mucho de todo esto, y la igualdad, decimos, es la condición que el Estado tiene que garantizar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Yo pienso: ¿por qué el pensamiento débil?, ¿por qué la debilidad?, porque la debilitación significa: la reducción de la violencia como la única vía de la emancipación humana. Yo cuando hablo de debilidad pienso que hay como un hilo conductor de la historia -que no se si existe, pero me parece razonable suponerlo-, un hilo conductor de reducción de las estructuras fuertes, impositivas, la perentoriedad, las leyes naturales. Todo el progreso humano ha sido irrumpir, disolver, modificar, y tal vez, cancelar estos límites que parecían columnas de Hércules que no se podían superar. Esto, obviamente: ¿hacia dónde?, hacia una situación de siempre menor impositividad, de siempre mayor creatividad. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">No puedo decir que lo quiero es realizar una esencia humano que yo ya conozco; no la conozco. La esencia humana consiste en no tener una esencia, tener solamente capacidad <em><span style="background:yellow none repeat scroll 0;">proyectual</span></em><span style="background:yellow none repeat scroll 0;">,</span> modificadora. Es la historia del discurso de Pico Della Mirandola<a name="_ftnref1" href="#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:11pt;">[1]</span></span><!--[endif]--></span></span></a> sobre la dignidad del hombre: al final de la creación Dios crea al hombre y nos dispone más de esencias a dar, y dice: “bueno, tú tienes que crear tu propia esencia”. Ahora este es un discurso retórico, sí, pero fundamentalmente es así. <strong>No se puede imaginar un desarrollo humano que no sea un desarrollo de la capacidad de desarrollo</strong>; y no que sea una adecuación progresiva a un ideal que no se sabe -que no se sabría- lo que es. Esto tú lo ves implicado con la filosofía de la interpretación, porque no hay una verdad dada definitivamente; hay muchas interpretaciones que se cruzan, se entienden. Yo digo siempre también que en lugar de la objetividad sea puesta la caridad, es decir, la capacidad de entendernos sobre algunos datos; pero los datos se construyen en el discurso intersubjetivo: tú tienes que reconocerlos porque yo te los muestro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:11pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:11pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong><em><span style="font-size:11pt;">En ese orden de ideas, tú crees que la caridad es un valor fundamental en los pensamientos de izquierda en comparación con las ideas de derecha, o que quizá está excluido de la perspectiva de derecha</span></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Derecha e izquierda siempre tienen una concepción histórica, básicamente eran los dos ramos del parlamento francés; por ejemplo, yo siempre me pregunto por qué en el credo yo tengo que creer que Jesús está sentado a la derecha del Padre y no a la izquierda, me causa siempre un poco de incomodidad y desconfianza pensar esto. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Dicho esto, la derecha y la izquierda no son esencias extremas; a mí hoy me parece más la diferencia entre: la aceptación de las condiciones naturales y la modificación de estas condiciones.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">La caridad no pertenece a una esencia conceptual, es el mensaje cristiano. Tú dices: cómo puedes predicar la caridad a quienes no conocieron el cristianismo; no lo sé, voy a ver. Yo no creo en valores absolutos teóricos, tengo como mensaje que me proviene –me llega- de una tradición que es la tradición judeocristiana y que me determina. No puedo pensar en mí mismo sin utilizar los términos del evangelio, de la Biblia, etcétera, etcétera. ¿Esto significa que la única verdad del mundo es el cristianismo? No lo sé, no me atrevería a convertir a alguien al cristianismo. Me atrevería a intentar comprenderlo, me comprometería a amar y ser amado, como Jesús cuando encuentra al joven rico: no empieza un discurso de teología natural: “Dios existe, son tres personas, yo soy la segunda, tú tienes que…” No tiene sentido, lo mira, lo ama y espera ser amado de vuelta. Todo esto, incluso el proselitismo, la Iglesia, por ejemplo, cuando el Papa encuentra al Dalai Lama, se encuentran se hablan, discuten, conversan, se saludan, después el Dalai Lama se va; y el Papa se retira a rezar en su capilla, por este pobre señor que va seguramente directo al infierno; porque ha conocido al Papa, a conocido al catolicismo, y no se convirtió, es un malvado. No tiene sentido esta idea de que fuera de la iglesia no hay salud ni felicidad, es una idea colonialista</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:11pt;"> </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong><em><span style="font-size:11pt;">Finalmente, y para ir terminando con esta amable entrevista, Gianni, quisiera pedirte -y saliéndonos un poco del libreto-: un mensaje para los jóvenes soñadores –en la perspectiva no sólo de Bertolucci- de ahora que tienen un sentido de lo que es estar hacia la izquierda –por graficarlo de alguna manera- pero que no entienden muy bien qué es la izquierda, y que por tanto, se dejan impresionar por cualquier juego retórico que nos desorienta con facilidad. Desde </span></em></strong><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:11pt;font-variant:small-caps;">Vanguardia</span></strong><strong><em><span style="font-size:11pt;"> </span></em></strong></span><strong><span style="font-size:11pt;"><span style="color:#000000;">universitaria</span><em>, </em></span></strong><strong><em><span style="font-size:11pt;">grupo del cual ya formas parte, quisiera un breve mensaje donde nos digas por qué la izquierda debe entenderse como una opción válida</span></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">La izquierda es el partido de la construcción de un orden de libertad, <strong>no se puede pensar en la libertad sin una cancelación de las diferencias heredadas</strong>, las cuales ciertamente pretenden determinarnos, y esto se define, se plasma y se construye también, en lo que nominamos cultura, los espacios de la cultura. Es un problema de no tomar como definitivo lo que pasa normalmente, realmente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">La izquierda es el espacio desde el cual se puede y se debe crear un mundo mejor. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Aquí yo quiero pedir a los jóvenes que, por favor, lo que pasa cada día no lo consideren como normal; no pierdan la capacidad de indignarse con las cosas que están mal. Ustedes, los jóvenes vanguardistas están llamados a inventar, les pido que inventen una normalidad más compartida… más solidaria, más amistosa, más tierna… con mucho cariño…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">(acto seguido, Gianni Vattimo se levanto de la mesa y dice: <strong><em>chao, querido, chao</em>!</strong>)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://elvanguardista.files.wordpress.com/2008/07/vattimo-y-martin-es-asi1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-174" src="http://elvanguardista.wordpress.com/files/2008/07/vattimo-y-martin-es-asi1.jpg?w=300" alt="filosofos del diritto" width="300" height="240" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:11pt;">Gianni Vattimo nos habla de compartir una visión mas humana, más tierna, de construir y no perder la capacidad de indignarse. Esto sumado a la idea de cultura es lo que le significa ser de Izquierda </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><span style="font-size:11pt;">Crear un mundo mejor!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><span style="font-size:9pt;">Sábado, 24 de febrero, Hotel Meliá Lima</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><span style="font-size:11pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;" align="right"><span style="font-size:11pt;">Entrevista realizada y editada por <em>Martín Soto Florián<a name="_ftnref2" href="#_ftn2"><span class="MsoFootnoteReference"><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class="MsoFootnoteReference"><strong><span style="font-size:11pt;">[2]</span></strong></span><!--[endif]--></span></span></a>, en colaboración de Edward Dyer Cruzado<a name="_ftnref3" href="#_ftn3"><span class="MsoFootnoteReference"><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class="MsoFootnoteReference"><strong><span style="font-size:11pt;">[3]</span></strong></span><!--[endif]--></span></span></a></em></span></p>
<div><!--[if !supportFootnotes]--></p>
<hr size="1" /><!--[endif]--></p>
<div id="ftn1">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify;"><a name="_ftn1" href="#_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;">[1]</span></span><!--[endif]--></span></span></span></a><span> Vattimo alude a <span>Giovanni Pico della Mirandola (1463-1494) y su </span><span style="color:maroon;">Discurso sobre la dignidad del hombre. Ver (en línea): http://es.wikipedia.org/wiki/Pico_della_Mirandola</span></span></p>
</div>
<div id="ftn2">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify;"><a name="_ftn2" href="#_ftnref2"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;">[2]</span></span><!--[endif]--></span></span></span></a><span> </span><span>Asistente de Cátedra en los cursos de Filosofía del Derecho y de Introducción a las Ciencias Jurídicas, Tutor de la Maestría en Derecho con mención en Política Jurisdiccional, Presidente del movimiento estudiantil <span style="font-variant:small-caps;">Vanguardia</span> universitaria y Director de la revista estudiantil <em><span style="font-variant:small-caps;">puntos suspensivos.</span></em></span></p>
</div>
<div id="ftn3">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify;"><a name="_ftn3" href="#_ftnref3"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;">[3]</span></span><!--[endif]--></span></span></span></a><span> </span><span>Asistente de Cátedra del curso de Introducción a las Ciencias Jurídicas, ex -director de Ventas de la revista Ius et Veritas</span></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carfagna: ma che fai??]]></title>
<link>http://sarcastycon.wordpress.com/?p=530</link>
<pubDate>Tue, 20 May 2008 10:00:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>sarcastycon</dc:creator>
<guid>http://sarcastycon.wordpress.com/?p=530</guid>
<description><![CDATA[Carfagna ma come fai a non dare un finanziamento
a questi poveri gay ???



se glielo dai, per le pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color:#0000ff;">Carfagna ma come fai a non dare un finanziamento</span><br />
<span style="color:#ff0000;">a questi poveri gay ???</span><a href="http://sarcastycon.files.wordpress.com/2008/05/pride4.jpg"></a></h2>
<h3><a href="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/05/pride4.jpg"></a><a href="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/05/pride4.jpg"><span style="color:#0000ff;"><img class="aligncenter size-full wp-image-532" src="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/05/pride4.jpg" alt="" width="404" height="408" /></span></a></p>
<h2><span style="color:#ff0000;"></p>
<h2><a href="http://sarcastycon.files.wordpress.com/2008/05/pride33.jpg"></a></h2>
<p><span style="color:#0000ff;">se glielo dai, per le pari opportunità, lo voglio</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;">anch'io quando vado  a</span> donne...</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></h2>
</h3>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Berluscane colga V'attimo fuggente]]></title>
<link>http://serpentario.wordpress.com/?p=129</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 08:41:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>begato</dc:creator>
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<description><![CDATA[Recenti prestazioni alla fiera del libro (dove fiera non si intende se alluda a certa bestialità tr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Recenti prestazioni alla fiera del libro (dove fiera non si intende se alluda a certa bestialità trasversale o ad altro) richiamano la nostra attenzione. A tutti il mio primo omaggio al presidente On(eroso): Silvio <a href="http://serpentario.wordpress.com/files/2008/05/berluscane.doc">berluscane</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Di atei devoti e fedi deboli]]></title>
<link>http://channelman.wordpress.com/?p=114</link>
<pubDate>Sun, 11 May 2008 08:45:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>channelman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quel che la «fede debole» non capisce - DARIO ANTISERI - da Avvenire 10 Maggio 2008
Una delle ragi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quel che la «fede debole» non capisce - DARIO ANTISERI - da Avvenire 10 Maggio 2008<br />
Una delle ragioni per cui Kierkegaard si scaglia contro Hegel è che Hegel piegava il cristianesimo alla cultura del suo tempo, alla sua cultura, alla sua filosofia - un po' come fanno oggi, stabilite le debite proporzioni, i cosiddetti «atei devoti», i quali piegano la fede degli altri ai loro interessi di potere politico: «Rifiuto la fede per quello che è, la uso per quello che mi serve»: questa, in sintesi, la posizione dell'ateo devoto. Ma torniamo ad Hegel. Hegel - scrive Kierkegaard - è un falsario «che gioca al cristianesimo». Il compito era soddisfare l'eternità, ma Hegel e i suoi seguaci intendono soddisfare il tempo e trovano più comodo «adulare i contemporanei». Il cristianesimo è «una verità che salva». Non è cultura. Ma - sbotta Kierkegaard<!--more--> - «ecco alla fine, con tanta bravura, queste canaglie, come Goethe, Hegel e da noi Mynster, predicare o comunque portare ad affetto il principio che la vera serietà è soddisfare il tempo». Il pensiero debole è ben distante dalle presunzioni del pensiero hegeliano. E, tuttavia, anche Gianni Vattimo è tutto sbilanciato dalla parte della filosofia e della cultura del proprio tempo; di conseguenza, egli ritrova il cristianesimo ripensandone i contenuti in termini secolarizzati, in modo che essi non ripugnino alla cultura di uomo del suo tempo.<br />
Più volte, allora, mi sono chiesto: se tornasse Kierkegaard, risparmierebbe a Vattimo l'epiteto di «canaglia»? Vattimo pensa ad un «Dio amichevole»: possiamo costruire un Dio tanto accomodante? Vattimo torna nella tradizione della Chiesa senza voler niente sacrificare dei suoi standard intellettuali e morali. E gli domando: credi davvero che il cristianesimo sia una cosa tanto facile, così accomodante da non richiedere da chi lo abbraccia rinunce e sacrifici, anche grandi? Vattimo, nel libro Credere di credere, se la prende più volte con la Chiesa, con il Papa. E scrive: «Molto semplicemente [...] rivendico il diritto di ascoltare di nuovo la parola evangelica senza dover per questo condividere le vere e proprie superstizioni, in materia di filosofia e di morale, che ancora la oscurano nella dottrina ufficiale della Chiesa. Voglio interpretare la parola evangelica come Gesù stesso ha insegnato a fare, traducendo la lettera piuttosto violenta dei precetti e delle profezie in termini più conformi al comandamento supremo della carità». Vattimo rientra nella Chiesa come uno che ha già trovato, e non come uno che cerca. Ma chissà mai se non avesse ragione ancora una volta Kierkegaard a definire il cristianesimo come «verità sofferente»? E poi chi dice a Vattimo che le sue interpretazioni del comandamento supremo della carità siano quelle (più) giuste?<br />
Una cosa mi preme chiedere a Vattimo: è possibile un cristianesimo senza Chiesa?<br />
Senza Chiesa, chi riproporrebbe e di continuo il Discorso della Montagna? E se non ci fosse la Chiesa, a chi confesseremmo più volte al giorno i nostri peccati?<br />
(Questa fu la risposta di don Lorenzo Milani a chi gli suggeriva di uscire dalla Chiesa). E a proposito di peccato mi pare non solo esagerato, ma proprio fuorviante quello che Vattimo ne scrive: «Per me l'unico senso cristiano della parola peccato è quello esclamativo, come quando si dice 'che peccato' per rimpiangere un'occasione perduta, un'amicizia che è finita, e in genere (per estensione) la finitezza di tutto ciò che vale e a cui ci sentiamo attaccati. Ma non dovremmo riconoscere che Gesù ci riscatta dal peccato anche e soprattutto perché lo svela nella sua nullità?». Francamente, siffatte considerazioni a me - che ho «la fede del carbonaio» - risultano incomprensibili. Cosa vuol dire che Gesù ci riscatta dal peccato, anche e soprattutto perché lo svela nella sua nullità? Il comandamento supremo viene infranto di continuo, a ogni istante, sulla faccia della terra; c'è allora da dire che di peccati - dall'atteggiamento irrispettoso allo stillicidio psicologico, per finire ai massacri e all'Olocausto - è intessuta la storia dell'umanità - la quale, ovviamente, non è solo fatta di peccati. Ma l'umano peccato è una realtà così impressionantemente persistente e gigantesca che occorre il sangue di un Dio per espiarlo. Il peccato genera «rimorsi» e non l'esclamazione «che peccato!». Ed ecco quanto in "Verità o fede debole? Dialogo su cristianesimo e relativismo" su questo argomento René Girard obietta a Vattimo: «Vattimo ci sta dicendo che il cristianesimo è la più semplice e la più facile delle religioni, e se ci lasciamo andare, abbandonando tutti gli scrupoli, c'è la possibilità che ognuno finisca per poter fare ciò che vuole, vivendo insieme felicemente. Non sono sicuro che sia così vero e così facile, i dieci comandamenti lo dimostrano con chiarezza. Mi sembra che Vattimo, presentando una sorta di cristianesimo edonistico, stia rendendo a noi tutti la vita un po' troppo semplice».</p>
<p><em>Fede e ragione, faccia a faccia tra filosofi<br />
Lo scritto che pubblichiamo in queste colonne è tratto dal volumetto «Ragione filosofica e fede religiosa nell'era postmoderna» (pagine 64, euro 7,00), nel quale l'editore Rubbettino ha raccolto i due interventi tenuti da Dario Antiseri, docente di Metodologia delle scienze sociali alla Luiss, e Gianni Vattimo, ordinario di Filosofia teoretica presso l'Università di Torino, nell'ambito degli incontri «Atlante Luiss» promossi dalla Luiss «Guido Carli».</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vattimo, o La Faccia Brutta dell'Antisemitismo]]></title>
<link>http://mauriziomorabito.wordpress.com/?p=481</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 22:08:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>omnologos</dc:creator>
<guid>http://mauriziomorabito.wordpress.com/?p=481</guid>
<description><![CDATA[Gianni Vattimo&#8230;c&#8217;e&#8217; oppure &#8220;ci fa&#8221;? boh? Eccolo a dire fesserie riguar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Vattimo" target="_blank">Gianni Vattimo</a>...c'e' oppure "ci fa"? boh? Eccolo a dire fesserie riguardo l'invito a Israele come Paese ospite alla Fiera del Libro di Torino 2008:</p>
<blockquote><p><em>Dita puntate contro un grande complotto non solo mediatico, </em><a href="http://www.lastampa.it/Torino/cmsSezioni/fieradellibro/200805articoli/6792girata.asp" target="_blank"><em>Vattimo evoca persino i </em>Protocolli dei savi di Sion</a><em>, e cioè il famoso libello confezionato dalla polizia zarista all’origine dell’antisemitismo moderno, dicendo che non ci ha mai creduto, ma ora comincia a ripensarci</em></p></blockquote>
<p>Di due cose non c'e' davvero dubbio...primo, Vattimo e' un sicuro candidato al premio "<em>Nicola Palumbo</em>" (il dimenticabilissimo personaggio dell'intellettualoide interpretato da Stefano Satta Flores nell'indimenticabile "<em><a href="http://it.wikipedia.org/wiki/C%27eravamo_tanto_amati" target="_blank">C'eravamo tanto amati</a></em>"). Secondo, che se non e' condizione necessaria, l'essere antisemiti, per inneggiare al boicottaggio di Israele, certo e' condizione sufficiente: come si puo' evincere dagli interventi questa mattina alla trasmissione "<em><a href="http://www.radio24.ilsole24ore.com/programmi/Viva-Voce/israele-libro-fiera-torino-naziskin-bandiere-07-05-2008.php?uuid=ffc70e5a-1b99-11dd-87d6-00000e25108c&#38;DocRulesView=Libero" target="_blank">Boicottare Israele</a></em>", a VivaVoce, su Radio24.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[il diario della settimana 10 [leopardi]]]></title>
<link>http://lineadombra.wordpress.com/?p=223</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 16:40:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>ubik</dc:creator>
<guid>http://lineadombra.wordpress.com/?p=223</guid>
<description><![CDATA[

nati chic. Bene. mi sono finalmente sbarazzato di ogni remora e giustificazione verso “quelli be]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="vertical-align:top;" src="http://www.ideobook.net/img/asme_40_covers/35.jpg" alt="" width="428" height="573" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#993300;"><strong>nati chic</strong></span>. Bene. mi sono finalmente sbarazzato di ogni remora e giustificazione verso “quelli benestanti di sinistra”. Il risultato delle elezioni sdogana e il post sotto sancisce qualcosa con cui era difficile per me convivere. Mondi troppo lontani e che oggi come oggi non possono comunicare e non possono che alimentare antipatia e insofferenza. In fondo molta sinistra chic riduce tutto il suo<!--more--> impegno nell’acquisto di Repubblica o de il manifesto (dipende dall’intensità) nell’antiberlusconismo: i più arditi si buttano in qualche girotondo; la maggiorparte gira il mondo gareggiando a chi visita il posto più esotico e dimenticato; qualcuno tarda a crescere e indifeso stira le maniche dei maglioni. E, incredibile: l’interesse verso le cose colte e per la cultura alta viene accantonato dopo gli studi per celebrare così il gusto per l’effimero e il banale: il cinema trash, le “fiction” TV, i reality. Però mi guardo bene dall’esaltare la verace rozzezza (spesso solo volgare maleducazione e prepotenza) dei cosiddetti ceti popolari. Il popolo come categoria intanto non esiste, quella che va cercata e difesa è una buona, sana e robusta normalità : di relazioni, di interessi, di passioni. Ma è un argomento per me delicato e molto fresco, che andrà ripreso. Mi devo ricordare di comprare il famoso libro di Tom Wolfe: colui che coniò il termine.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#993300;"><strong>adotta il notaio</strong></span>. E veniamo all’adozione. Urge piccolo aggiornamento cavilloso: l’ente ci ha spedito l’elenco dei documenti (due pagine!) che –ovviamente- vanno legalizzati e vistati dal consolato brasiliano. Allora: 1) tre documenti vanno redatti dal notaio che li firma; 2)questi insieme ad altri vanno portati in prefettura e legalizzati; 3) bisognerà andare a Roma e Milano per farli vistare dal consolato: 25 <span>€</span> per ogni visto (!!!). facevo prima ad aprire un’azienda.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#993300;"><strong>bufale maculate</strong></span>. La nostra strada si è riempita di volantini idioti riguardo un cucciolo di leopardo smarrito. Mi sa di furbata di chi non ha niente da fare, infatti al posto del telefono c’è l’indirizzo di un <a href="http://hopersoleo.wordpress.com/" target="_blank">blog</a> e leggendo i commenti ho capito che anche altre città ne sono coinvolte. Ero già partito con l’indignazione ambientalista. Figuriamoci.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#993300;"><strong>per piccina che tu sia</strong></span>. Casetta è proprio bella: i gerani la colorano, la vista sui tetti ci fa più romantici, i gatti sono spalmati sul balcone. È iniziato il “pellegrinaggio” degli amici più cari con cene e parole in libertà. Manca solo la linea telefonica e la tenda del balcone. Quisquillie.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#993300;"><strong>vattenne Vattimo</strong></span>. Domani parte la Fiera del Libro e di nuovo me ne starò con le orecchie sintonizzate sulle radio di “movimento” per capire cosa succederà con i deficienti di Free Palestina. Mercoledì io ed Eva K. abbiamo seguito con molto interesse la puntata de L’Infedele dedicata agli ebrei e ad Israele e ci ha impressionato la volgarità ideologica e cretina del padre del post-moderno italiano e del cosiddetto pensiero debole (più debole di così) ovvero mister ciuffetto Vattimo. Il nostro ha fatto sapere a noi mortali che non potrà comunque esserci alla manifestazione per "impegni precedentemente presi". Hai capito il rude e antagonista professore.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#993300;"><strong>democratico Report</strong></span>. Se ne parla con amici. La puntata di <a href="http://www.report.rai.it/R2_HPprogramma/0,,243,00.html" target="_blank">Report</a> della scorsa domenica è stata devastante e ci ha profondamente indignato. Non tanto per il volume degli affari (che c'entra?), ma perchè 1) si spartiscono il tutto i soliti quattro o cinque, 2) fa incazzare scoprire che i sindaci di sinistra e il candidato del principale schieramento a noi NON avverso a dispetto di tanti discorsi non sia tanto trasparente, limpido e "partecipativo", 3) <span>«Questa puntata di Report è un cattivo esempio di servizio pubblico informativo. Non me lo sarei aspettato. Sono costretto a passare alle vie legali». Chi l’ha detta? Ma Morassut, </span>ex assessore all´Urbanistica della giunta Veltroni e ora deputato del Pd <span>che intevistato da Report mi faceva una pena…, lo sbandamento per la doppia batosta deve essere tale che usare gli argomenti tipici dei peones di destra è un pò sentirsi all'ultima spiaggia, 4) cari compagni illuminati e colti. Basta con le notti bianche, le settimane per la cultura, le estati romane. Per fare che, poi? Sgomitare, intrupparsi, dire “c’ero anch’io”, fare un po’ di casino, sporcare e dimenticarsi dei lampioni della stazioncina di Tor di Quinto, che infatti ancora non ci sono.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinque imbecilli, un leader imprudente, un maestro ridicolo, una stampa irresponsabile. Ci meritiamo di meglio. ]]></title>
<link>http://filcusum.wordpress.com/?p=126</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 16:07:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>filippo cusumano</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Cinque imbecilli decidono di passare una serata diversa dalle solite. Aggrediscono  tre  coetanei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="width:122px;text-align:center;"><img src="http://www.fainotizia.it/files/images/vattimo.thumbnail.jpg" border="0" alt="vattimo.thumbnail.jpg" width="120" height="94" /></div>
<p style="color:#002060;"><span style="font-size:medium;"><strong>Cinque imbecilli </strong>decidono di passare una serata diversa dalle solite. Aggrediscono  tre  coetanei a calci e pugni. Una delle tre vittime muore in ospedale a distanza di poche ore.</span></p>
<p style="color:#002060;"><span style="font-size:medium;"><strong>Un leader politico,</strong> appena diventato presidente della Camera, dice che il gesto è esecrabile, ma non quanto quello di chi brucia le bandiere di Israele e degli Stati Uniti.</span></p>
<p style="color:#002060;"><span style="font-size:medium;"><strong>Alcuni giornali di sinistra </strong>fanno di tutto per dimostrare il legame che esiste tra questo episodio di straordinaria follia e ignobile delinquenza e la vittoria della destra alle elezioni ed evocano mobilitazioni di massa in maniera irresponsabile.</span></p>
<p style="color:#002060;"><span style="font-size:medium;"><strong>Un filosofo del pensiero debole</strong> ( debolissimo secondo molti) farnetica ai margini di un avvenimento  culturale, buttando benzina sul fuoco.</span></p>
<p style="color:#002060;"><span style="font-size:medium;">Un paese immaturo, in cui pullulano leader imprudenti, maestri di pensiero ridicoli, giornalisti faziosi e  irresponsabili.</span></p>
<p style="color:#002060;"><span style="font-size:medium;"><strong>Un paese sull'orlo di una crisi di nervi.</strong></span></p>
<p style="color:#002060;"><span style="font-size:medium;">In apparenza </span></p>
<p><span style="font-size:medium;">Perchè il 99% del paese ha più buonsenso <span style="font-weight:bold;">dei suoi maestri ridicoli</span>, dei suoi <span style="font-weight:bold;">giornalisti irresponsabili</span> e dei suoi<span style="font-weight:bold;"> politici imprudenti.</span><br />
Perchè il 99% del paese preferisce pensare ai suoi molti problemi, costretto a sperare che delle soluzioni arrivino da una classe politica che non è nemmeno stato autorizzato a scegliersi.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Polvere intellettuale.]]></title>
<link>http://sarcastycon.wordpress.com/?p=475</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 07:26:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>sarcastycon</dc:creator>
<guid>http://sarcastycon.wordpress.com/?p=475</guid>
<description><![CDATA[               Finalmente i lavoratori italiani hanno capito che la sinistra non li ra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align:justify;">               Finalmente i lavoratori italiani hanno capito che la sinistra non li rappresenta, non li ha mai rappresentati, ma solo presi per i fondelli.<br />
               I miliardari alla de benedetti ed alla illy, hanno voglia di dirsi comunisti non convincono più il popolo.<br />
               I radicalPOCOscic  dei  così detti salotti buoni, mordono oggi la polvere insieme  agli pseudo scienziati alla odifreddi e alla hack , agli pseudo filosofi alla vattimo e all’ umberto eco, agli pseudo giornalisti alla scalfari e alla mieli.<br />
               Mi ero sempre chiesto come fosse possibile che il popolo credesse a personaggi, che girano con la pipa da 700 euro in bocca, tutti griffati e con il manifesto sotto il braccio, solo perché dicevano di essere comunisti. Bene questi pseudo compagni, che conducono una vita borghese, e nel senso più deteriore della parola, sono stati smascherati.<br />
               Lo stesso franco giordano segretario dei rifondaroli ammette il distacco del partito dalla classe operaia, per troppo intellettualismo ideologico.  Lui parla di intellettualismo ideologico io più realisticamente parlerei di aneuricità  ideologica.<br />
              Tutti questi sinistri personaggi che a forza di autocelebrarsi, si erano convinti di essere intellettualmente superiori, sono stati sconfitti da quello che, spregiativamente, chiamano il nano di Arcole.</h3>
<h3 style="text-align:justify;">             Giudicato  uomo incapace, incompetente, politicamente anomalo e senza seguito nel paese.<br />
              Beh direi che questo dimostra la loro inferiorità intellettuale, la loro  incapacità politica di capire l’umore ed i bisogni del popolo:</h3>
<h2 style="text-align:justify;"> <span style="color:#0000ff;">di questa gentaglia l’Italia non ne ha bisogno.</span></h2>
<div><span style="color:#0000ff;">(visto che il blog è mio l'uso delle maiuscole è a mio insindacabile giudizio)</span></div>
<div><span style="color:#0000ff;"> </span></div>
<div><span style="color:#0000ff;"> </span></div>
<div><span style="color:#0000ff;"> </span></div>
<div><span style="color:#0000ff;"> </span></div>
<div><span style="color:#0000ff;"> </span></div>
<p><span style="color:#0000ff;"> </p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[dopo i ricchi, anche i comunisti piangono]]></title>
<link>http://lineadombra.wordpress.com/?p=207</link>
<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 10:04:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>ubik</dc:creator>
<guid>http://lineadombra.wordpress.com/?p=207</guid>
<description><![CDATA[

Vi ricordate il famoso manifesto della sinistra antagonista riguardo le tasse da far pagare? Sono ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img style="vertical-align:top;" src="http://www.manifestosardo.org/wp-content/uploads/2007/12/destra-sinistra1.jpg" alt="" width="452" height="249" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Vi ricordate il famoso manifesto della sinistra antagonista riguardo le tasse da far pagare? Sono stati ripagati, non c'è che dire e ora preparatevi ad un lungo post elezioni di personale commento.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Dopo la maratona televisiva di lunedì e la lettura dei giornali ieri, dopo aver ascoltato le analisi alla radio e in televisione…insomma dopo la sbornia che mi prendo nei giorni successivi alle elezioni, inizio a depurare i pensieri. Complice una bella passeggiata questa mattina all’alba per andarmene al lavoro. Cosa c’è di meglio di una buona passeggiata con l’aria fresca che ti sveglia? Quindi la botta è stata incassata. E per questa volta non proporrò analisi e commenti di autorevoli e no. Ma solo farina del mio sacco, che però si è macinata con il tempo e anche attraverso opinioni, commenti e analisi. Andrò a ruota libera e <!--more-->senza pretesa di voler sapere interpretare, ma offrire solo quello che sento. Sono di sinistra, non sono comunista. Dico questo per non creare equivoci.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Il risultato è brutto, ma non sono troppo dispiaciuto. Autolesionismo? Affatto. Perché da questa sonora sconfitta dovevamo passare, per “ripiegare sul solco”, guardare cioè la realtà, le persone. Dare meno retta ai salotti televisivi, ai “si dice” della stampa e della finanza. Stare un poco di più in strada. Fare un bel gesto d’umiltà e rimboccarsi le maniche. Per la verità tutte queste cose Veltroni ha iniziato a farle. Ha iniziato appunto. E questo genere di cose richiede tempo e radicamento, che non abbiamo avuto (parlo del PD). Dentro al disastro bisognerebbe vedere anche la riduzione dei partiti, finalmente. E –per me- la scomparsa dell’estrema sinistra (ma su questo tornerò più avanti). Le noti dolenti sono ovviamente la vittoria della destra, ma è il gioco delle parti. Avevo sperato nel pareggio al Senato e speravo che avremmo vinto, anche se dicevo che avremmo perso di 3 punti. I due anni del governo Prodi sono stati un autentico disastro, una catastrofe e non capire questo significa non spiegarsi una sconfitta così ampia. Un governo che non ha governato: ha litigato. Su tutto e che col senno di poi avrebbe fatto bene a fare una grande coalizione, coinvolgendo l’altra parte sconfitta di solo 27000 voti. Questa presunzione l’abbiamo pagata: appesi a pochissimi senatori, chiudendo alla cooptazione che oggi ci avrebbe ripagato perché gli altri avrebbero condiviso un governo difficile.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Sto con Veltroni, ma non capisco la richiesta di una presidenza. Berlusconi, mi dispiace, ha detto bene: con i 27000 voti di margine ci siamo nominate tutte le cariche e loro con 9 punti di distacco perché ci dovrebbero assegnare almeno una camera? Ma forse è ancora l’onda elettorale. Spero solo che il governo ombra sia una cosa molto, molto seria. Vi ricordate che ad un certo punto lo fece pure Occhetto? Da ridere.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Molti dicono che il paese è fondamentalmente di destra. Certo i cicli storici (ventennio con Mussolini, cinquantennio democristiano e dal ’94 alle prese con Berlusconi) smentiscono questa mia convinzione, però mi dico ma perché non potrebbe essere di sinistra? Fa una certa impressione rivedere le intenzioni di voto di due anni fa una settimana prima: il centrosinistra era al 58% nei sondaggi contro il 42% della destra, praticamente dilapidate per la chiacchiera del circo Barnum della sinistra antagonista e a giugno 2007 le posizioni si erano ribaltate con un 59% alla destra e un 41% al centrosinistra, tanto per ricordare che l’elettore punisce chi governa male.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Parlare della sconfitta di queste proporzioni significa pure considerare la FU sinistra antagonista (per carità non chiamiamola radicale, che ha ben altre valenze onorevoli) e la Lega e quindi noi. L’antico vizio massimalista è quello di individuare nei “rinnegati” i colpevoli delle proprie disfatte. Quindi noi del PD li avremmo cannibalizzati e oggi le analisi parlano di appena 150.000 voti presi dal PD alla Sin Arc, hai capito che cannibalizzazione: perdono quasi 3 milioni di voti e non trovano di meglio che accusare il PD (forse rosicano che stavolta gli abbiamo chiuso la porta in faccia: l’unica grande vittoria di Veltroni). La verità dura da mandare giù è che quei voti, tutti popolari sono andati alla Lega e verso l’astensionismo: è dura compagni pensare che la gloriosa e incorruttibile classe operaia voti per razzisti e piccoli commercianti; uno si fa un’idea fatta di tante “belle bandiere” magari rosse e poi prende uno schiaffone che gli fa perdere quel poco di razionalità che ancora vi tiene in piedi.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Scusate, ma sono avvelenato con questa risma proprio per il velleitarismo, la rozzezza e la superficialità ideologica dei loro ragionamenti. Insomma ho sempre bazzicato l’area verde, molti anni fa ho simpatizzato per Rifondazione, il mio primo voto è andato a DP e vedere dilapidata una tradizione (parlo solo di quella ecologista e pacifista) importante per colpa di Pecorari dei miei …mmmh, beh –affettivamente mi incazzo un poco. Bonelli (dei Verdi): uno che a Ostia il mazzo se lo faceva ha sufficiente lucidità per dire apriamo un confronto con il Pd, vivaddio per questa piccola minoranza. Entrate nel partito, non vi rimane altro. Rifognazione l’ho sempre chiamata così e gli altri felce e mirtillo manco li considero. Sono un siloniano, quindi profondamente anticomunista sai che me ne importa che decidano di ripartire dalla felce e mirtillo (Diliberto e quel testone di Ferrero), mentre Vendola (uno di cui fidarsi) è più propenso a lasciar perdere i vecchi simboli e confrontarsi con la realtà dura delle periferie e del disagio e lui lo sa fare come ha dimostrato in Puglia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Alcuni miei amici sentiti o scritti occasionalmente si dicono preoccupati che la Sin Arc non abbia rappresentanza politica nelle istituzioni. Rispondo: è la democrazia bellezza. Se ti votano vai, altrimenti stai a casa e francamente non capisco (anzi la capisco benissimo) questa preoccupazione per la possibilità di una deriva violenta di movimenti e realtà antagoniste che<span> </span>venivano depotenziate nella rappresentanza parlamentare (tipo il cretino per eccellenza: Caruso). Beh! Allora dico che è vero quanto sostengono gli avversari, che queste frange mancano di cultura democratica, sennò perché preoccuparsi? E mi conferma che la nonviolenza bertinottiana sia tutta una facciata mai approfondita in realtà, ma si sa che da quelle parti tutto fa brodo: Che Guevara, Francesco d’Assisi, il Monte Athos, i Tupac Amaru. <em>Famose n’artro giochetto</em>. Da oggi sarà un loro problema, e lasciatemi dire che un po’ questi ambienti e queste culture le conosco profondamente tant’è che <a href="http://lineadombra.wordpress.com/2008/04/11/appunti-delezione-5/" target="_blank">qui</a> avevo pronosticato un 5%, comunque la loro disfatta. E poi se lo dicono tra di loro senza farlo trapelare, ecco quello che è stato raccolto all’Hard Rock Cafè di via Veneto (capito dove ha allestito la SA il suo punto elettorale?): «ricominciamo a irrigare il prato sociale della sinistra. Che a concimarlo con palate di merda ci abbiamo già pensato».</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Per tornare alla sinistra nel suo complesso in queste elezioni io la butto lì e vediamo cosa ne pensate: è stata una sconfitta culturale e poi politica. Ci sto ragionando da 48 ore, ma forse ho capito (in realtà lo sapevo: basta scorrere i <a href="http://lineadombra.wordpress.com/category/una-citta/" target="_blank">sommari</a> e vedere tutto il lavoro fatto su Una Città per saperlo) che a oggi di “quelli lì”, di quelli di destra non sappiamo niente. Mi sono anche abbastanza stancato di questa superiorità presunta di noi elettori di sinistra. Siamo così superiori da non capire le esigenze delle persone, dei poveri e do ciò che vive ai margini. La Lega invece lo sa fare bene (<a href="http://www.gadlerner.net/" target="_blank">qu</a>i un ottimo articolo di Gad Lerner su questo) e con la militanza tipica di chi fa politica con passione.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.lastampa.it/Torino/cmssezioni/primopiano/200804images/chiamparino02g.jpg" alt="" />Noi (sinistra arcobaleno compresa e a volte in primis) che facciamo? I salotti radical-chic con tanta bella gente, possibilmente colta, un po’ schifata e con la puzza sotto il naso perché c’è gente che vota Berlusconi. Che guarda Amici e Maria De Filippi. Siamo diventati snob abbandonandoli. Ecco, di questo sono veramente stufo stanco. La realtà va vista in faccia e va vissuta nello sporco per poter fare qualcosa. Uno che lo sa fare bene e non da ora è Virzì: con tutto il cuore vi dico andate a vedervi Tutta la vita davanti e rivedetevi Caterina va in città. Si capiscono molte cose. Ad esempio l’antico vizio “frontista” dei concertini, delle marcette tutte autoreferenziali (della serie: “come ci piacciamo, come siamo belli, solo noi capiamo”). Tipo la Dandini quando è tutta divertita a fare la stupita e scandalizzata per certe assurdità, e sì famose un’altra risata. O Moretti con quella indignazione che oltre Monteverde non va. E visto che ci sono: ma non è che il difetto del PD è da sempre una accentuata romanità? Insomma a Torino il PD prende il 40% e qui in Toscana siamo sopra il 50% eppure non ci sono leader e classe dirigente nazionale che proviene da queste parti. L’intervista di Chiamparino su La Stampa di oggi è lapalissiana, eccovi due passaggi:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ff6600;"><strong><span style="font-family:Batang;">perché un operaio di Mirafiori si può sentire più tutelato dalla Lega che non dalla sinistra?</span></strong><br />
<span class="articologirata">«Da molto tempo, il voto non è determinato da appartenenze ideologiche. Se si vede che lo stipendio è basso, i prezzi aumentano, si rischia il posto di lavoro e, magari, che un immigrato ti ha superato in graduatoria per mettere il bambino all’asilo, non c’è fedeltà partitica che tenga. Nella nostra società, la paura di perdere è molto più forte della speranza di acquistare».</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ff6600;"><strong><span style="font-family:Batang;">Che cosa deve fare il centrosinistra, allora? Rincorrere il populismo?</span></strong><strong><br />
</strong><span class="articologirata">«No. Ma andare meno ai convegni per pontificare su dove va il mondo e girare più nei negozi e nei mercati. Basta con i salotti radical-chic, dove gli immigrati, certo, non sono anche un problema, dove la sicurezza è garantita da guardie del corpo, dove si può ricorrere agli asili privati e alla sanità privata. Basta con la sinistra che dice sempre no, quella che alla difficile gestione della realtà, quella che esiste davvero non quella immaginaria, preferisce una sterile rivendicazione continua. E, poi, certo, bisogna studiare le alleanze».</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ff6600;"><strong><span style="font-family:Batang;">Non crede che ci voglia anche un profondo mutamento culturale, che la sinistra sembri vecchia, conservatrice, burocratica, oppressiva. Insomma, che appaia contro la modernizzazione dell’ Italia?</span></strong><br />
<span class="articologirata">«Sì, ma la rivoluzione culturale non la si fa con i libri o con i giornali, ma andando a parlare con i cittadini, sentendo le loro esigenze, comprendendo le loro paure. Faccio un esempio: bisogna ricordare a quell’operaio che, se l’immigrato è in regola e lavora, è giusto che il figlio possa frequentare l’asilo, ma è doveroso che possa farlo anche il suo».</span></span> <em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O basterebbe il giudizio di Michele Serra (che pure con Cuore non ha scherzato a fare lo schizzinoso):</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:maroon;">Bisognerebbe smetterla di offenderci, l´Italia è questa. Possiamo scegliere di viverci male, sprezzanti e amareggiati. Presuntuosi e acidi. O provare a tenere duro, sentirci cittadini, lavorare, discutere, parlare agli altri, non mollare. Chi di noi ha figli, conosce bene l´impulso di avere speranza per loro, anche quando non se ne ha più troppa per sé. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Bene io provo gli stessi sentimenti: basta con la presunzione. Insomma il 47 per cento di persone che vota a destra non si può pensare un unico blocco di fascisti, razzisti, mafiosi e ladri. Forse le persone che si svegliano alle 4 e poi stanno ore sulla Venezia Mestre bloccati nel traffico se la prendono con i Verdi che dicono no al raddoppio delle corsie e le battute sugli eroi mafiosi per quanto incivili possono scandalizzare me che sono già di sinistra, ad un altro forse non gli basta. Insomma questi sono i miei stati d’animo rispetto alle elezioni: non troppo abbattuto, molto incazzato con i nostri ritardi, molto ruvido e deciso a lavorare bene per cambiare.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Ultima cosa sulla questione cattolica. Vista l’ormai ininfluenza dei partiti cattolici (tipo l’UDC) e dei temi eticamente sensibili a sinistra non solo faremmo meglio a non occuparci in modo ossessivo della Binetti, ma anche degli Odifreddi e dei Vattimo per favore: visto che anche i laicisti non sono pervenuti in queste elezioni (bella fine Boselli e i socialisti) e per favore basta imporre questi temi: le coppie di fatto, l’ingerenza del Vaticano, i gay (bravo pure Grillini, ma che fine ha fatto?). Una cultura favorevole a diritti così particolari si costruiscono con battaglie culturali e dopo politiche. Quindi grazie, abbiamo già dato. Temi ininfluenti e che non spostano voti. Ultimo appuntino per quelle isteriche dei Radicali. Visto che tutti e 9 siete entrati in Parlamento, c’avete rotto con tutta quella muina dello sciopero della fame, le rotture logorroiche di Pannella e Bonino e alla fine nonostante il nostro difficile risultato siete pure eletti in Parlamento: almeno grazie.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Passo e chiudo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vattimo contro i monaci Tibetani]]></title>
<link>http://jacopomogicato.wordpress.com/?p=127</link>
<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 09:12:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>odorojodo</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Dopo una settimana di pausa dal blog e dalla mia vita, torno in Italia, encomio Gordon Brown per la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.unmadeinchina.org/"><img class="alignnone size-full wp-image-128" src="http://jacopomogicato.wordpress.com/files/2008/04/olimpiadi_pechino_it.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a> Dopo una settimana di pausa dal blog e dalla mia vita, torno in Italia, encomio Gordon Brown per la sua posizione nei confronti delle Olimpiadi, apro il sito del Corriere della Sera e leggo questo:</p>
<p style="text-align:justify;"><em>"E se i disordini di Lhasa del 14 marzo non fossero stati altro che «un pogrom anticinese»? Una «caccia all'uomo finita con donne, bambini e vecchi dati alle fiamme?» e se la stampa internazionale «quella europea in particolare» fosse impegnata in «una campagna anti-cinese dai connotati razzisti», degna continuazione del vecchio «piano imperialista contro Pechino e della guerra dell'Oppio?». A pensarlo sono due intellettuali di sinistra: il filosofo torinese del pensiero debole Gianni Vattimo e lo storico dell'Università di Urbino Domenico Losurdo, che sulla Cina moderna ha scritto più di un libro. Nel giorno in cui Gordon Brown annuncia il proprio boicottaggio politico delle cerimonie olimpiche, Losurdo si è incollato alla sua posta elettronica per lanciare un appello agli altri intellettuali italiani affinché si riveda l'interpretazione «troppo squilibrata» a favore dei monaci di quanto sta succedendo in questi mesi pre-olimpici dentro i confini del Tibet. Finora l'unico che ha risposto con interesse alla chiamata da Urbino è stato Gianni Vattimo, che ha dato l'ok alla bozza di Losurdo: «Sì, io firmo».</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>CACCIA ALL'UOMO - A sostegno della loro tesi, finora del tutto minoritaria, i due professori - Losurdo è considerato vicino all'area dell'Ernesto, la minoranza di Rifondazione comunista, Vattimo, già europarlamentare ds, poi passato al partito dei comunisti italiani di Diliberto è ora approdato al marxismo tout court - portano anche foto, reportage di giornalisti stranieri, testimonianze di turisti che erano a Lhasa in quei giorni e «video della tv cinese, censurati in Italia, ma che - spiega Losurdo - sono facilmente scaricabili da internet»: «La stampa europea e quella italiana in particolare hanno accettato la versione dei monaci, e solo qua e là a spizzichi e bocconi si può leggere qualche informazione corretta sulla selvaggia caccia all'uomo di quei giorni in cui la polizia cinese fu chiamata ad intervenire troppo tardi, quando il più era già avvenuto». Riportare dunque all'ordine del giorno anche la vulgata cinese è la missione che i due intellettuali si sono proposti e per la quale sono al lavoro, limando il testo dell'appello da proporre ai loro colleghi, ma anche ai parlamentari e all'opinione pubblica. Una difesa vera e propria della Cina «dall'attacco occidentale»: «Prima l'indipendenza mascherata da autonomia del Tibet - protesta Losurdo - del Grande Tibet, poi della Mongolia interna e infine della Manciuria: non è altro che la versione aggiornata del piano imperialista inglese contro la Cina».</em>"</p>
<p style="text-align:justify;">Sono Allibito. Davvero. Oramai non c'è più onestà intellettuale in quello che si dice essere un filosofo. Solamente una presa di posizione politica, a favore del "capitalismo marxista" cinese. Il passaggio però che mi ha fatto più sorridere è stato senz'altro quello in cui i poliziotti cinesi sono descritti come vittime della violenza usurpatrice dei tibetani.</p>
<p style="text-align:justify;">Mio caro Vattimo due domande: Non è di solito la sinistra che appoggia i cambiamenti di regime? E ancora: ma hai mai letto un libro di storia che racconta come è andata la questione tibetana? </p>
<p style="text-align:justify;">Per favore Vattimo fai un passo indietro, scendi dal tuo pulpito universitario e accorgiti che il mondo, per fortuna, è cambiato.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Falce e martello:i koglioni in SPE ]]></title>
<link>http://sarcastycon.wordpress.com/?p=402</link>
<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 09:07:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>sarcastycon</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dal giornale “Il Manifesto”.   
“La falce e il martello sono stati e rimangono i simboli uni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri">Dal giornale “Il Manifesto”.</font></span><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri"> </font></span><b><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri"><span>  </span><br />
“La falce e il martello sono stati e rimangono i simboli universali del lavoro, in essi si addensano i valori di libertà, dell’emancipazione, dei diritti, della dignità di tutti gli sfruttati.”</font></span></b><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri">Il manifesto</font></span></p>
<p><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri"> </font></span><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri"> </font></span><span style="font-size:16pt;"></span><span style="font-size:16pt;"></span><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri"></font></span><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri"> <a href="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" title="falcesangue.jpg"></a><a href="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" title="falcesangue.jpg"><img src="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" alt="falcesangue.jpg" /></a><a href="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" title="falcesangue.jpg"><img src="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" alt="falcesangue.jpg" /></a><a href="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" title="falcesangue.jpg"><img src="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" alt="falcesangue.jpg" /></a><a href="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" title="falcesangue.jpg"><img src="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" alt="falcesangue.jpg" /></a><a href="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" title="falcesangue.jpg"><img src="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" alt="falcesangue.jpg" /></a><a href="http://sarcastycon.wordpress.com/files/2008/02/falcesangue.jpg" title="falcesangue.jpg"></a> </font></span><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri"></font></span> <b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span> </span></font></span></b><b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span>    </span></font></span></b></p>
<p><b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span>     E più di 100.000.000 di cadaveri sulla coscienza di coloro, che, in nome dei “simboli” universali, hanno assassinato gli sfruttati, per affermare la loro “dignità” e <span> </span>il valore della loro “libertà”.</span></font></span></b><b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span> </span></font></span></b><b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span></span></font></span></b><b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span></span></font></span></b><b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span></span></font></span></b><b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span></span></font></span></b><b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span></span></font></span></b><b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span></span></font></span></b><b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span></span></font></span></b><b><span style="font-size:16pt;color:red;"><font face="Calibri"><span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri"><span>   <font color="#000000"> </font></span></font><font color="#000000">Seguono le firme di 200 koglioni in SPE (in servizio permanente effettivo) per salvare questi simboli.</font></span><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri"><span><br />
<font color="#000000">    </font></span></font><font color="#000000">Naturalmente non potevano mancare le firme di due illustri “scienziati”, quali vattimo e la hack, che raggiungono l’apice della scienza sottoscrivendo, sempre, le peggiori infamie.</font></span></p>
<p></span></font></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:16pt;"></span><span style="font-size:16pt;"><font color="#000000" face="Calibri"> </font></span><span style="font-size:16pt;"><font face="Calibri"></font><font color="#000000">Sarcastycon</font></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:16pt;">Una stima prudenziale e per difetto:</span></p>
<p><span style="font-size:16pt;">- URSS, 20 milioni di morti,<br />
- Cina, 65 milioni di morti,<br />
- Vietnam, un milione di morti,<br />
- Corea del Nord, 2 milioni di morti,<br />
- Cambogia, 2 milioni di morti,<br />
- Europa dell'Est, un milione di morti,<br />
- America Latina, 150 mila morti,<br />
- Africa, un milione 700 mila morti,<br />
- Afghanistan, un milione 500 mila morti,<br />
- movimento comunista internazionale e partiti comunisti non al potere, circa 10 mila morti.</span><span style="font-size:16pt;">Il totale si avvicina ai 100 milioni di morti.</p>
<p></span></b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nadia Trotta, Ram 2003]]></title>
<link>http://giovaniartisti.wordpress.com/?p=132</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2003 14:56:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>gianlucacostantini</dc:creator>
<guid>http://giovaniartisti.wordpress.com/?p=132</guid>
<description><![CDATA[
Nadia Trotta // arti plastiche
&#8220;Circolo muto di Vento&#8221; di Alessandro Pitrè
Le, come le]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://giovaniartisti.files.wordpress.com/2008/05/trotta03a.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-133" src="http://giovaniartisti.wordpress.com/files/2008/05/trotta03a.jpg" alt="" width="600" height="345" /></a></p>
<p>Nadia Trotta // <em>arti plastiche</em></p>
<p>"Circolo muto di Vento" di Alessandro Pitrè</p>
<p>Le, come le chiama, <strong>ragnatele</strong> di Nadia Trotta, <em>affermano</em>, thomianamente (1), la propria <strong>identità</strong> (la metamorfosi del suo ambito) per prevalere di progressiva omogeneità materica. Come germoglio che espolode in fiore, che si apre al proprio esser<strong>ci</strong>.<br />
In tutto ciò possiamo riconoscere le originarie motivazioni (rispetto al <em>cosciente</em> fare arte, <strong>oggi</strong>) del generarsi dell'installazione rispetto alla precedente <em>scultura di blocco.</em><br />
Stratificati filamenti che abbracciano lo spazio, rendendolo se stessi.<br />
L'artista che, in questo modo, dichiara lo spazio non più esterno a se <em>(altro)</em> ma proprio <strong>interno</strong> [e qui vediamo confermarsi, rizomaticamente (2), la pratica installativa]; il generarsi morfologico per riscontro di biologica appartenenza. Da questo il fascino della pratica di Trotta che è, nel farsi metafora di una filosofia dell'esserci <em>"Fino ad oggi in filosofia è mancato l'artista che cominciasse nuovamente a comprendere se stesso, farebbe con ciò un errore - egli non deve guardare indietro, non deve guardare affatto, deve dare"</em> (3).<br />
La stessa pratica compositiva, qui per emanazione del <em>proprio evolvere</em>, procedere spazialmente. "...ogni concetto sulla soglia della crisi e dello squilibrio, sprigionando paradossi e contraddizzioni, attraversando vertigini e fantasmi. ...nutrirsi delle astinenze di vuoti e nulla, delle loro sobrietà, come luoghi nuovamente, pienamente percepibili. ..." (4).<br />
In definitiva, i <em><strong>limiti</strong></em>, voluti specificatamente dal termine <strong><em>cose</em></strong>, sono, nel caso dei lavori di Nadia, un percorso (di <em>filamenti</em>) che si avvia da un ipotetico <em><strong>centro</strong></em> [o, sempre in chiave di rimando <em><strong>linguistico-concettuale</strong></em>, dall'ambito linguistico di Luce Irigaray n2 "L'oblio dell'aria" (5), che avvia la propria analisi dalla "Cosmogonia" di Eraclito].<br />
Potrebbe offrirsi, in sede teorica, ad essere sviluppati (i limiti e le loro concezioni) anche attraverso i percorsi d'ambito filosofico di G. Bataille, ne "L'erotismo" (6), fino alle ragioni critiche di E.Crispolti, ne "L'erotismo in arte astratta" (7) che affronta i temi legati a motivazioni di pittura contemporanea (puntinismo, impressionismo, post-impressionismo, per citare alcune aree) e dell'evoluzione della scultura in installazione.<br />
Volendo dare seguito a questa <em>mappa/percorso</em>, potrebbe essere possibile anche un collegamento a R.Thom (al quale ho già fatto riferimento), nella "Teoria delle catastrofi" (e relativa tesi del 'cobordismo'), di cui Thom tratta, anche, nel suo articolo su "Alfabeta" - "I contorni in pittura" (8). Oltretutto, verificando i modi e le ragioni, le esigenze, espresse da settori dell'arte contemporanea, notiamo che questa tende ad affievolire i propri <strong><em>limiti</em></strong> (<em>margini</em>), correntemente intesi come "separazione", variando le caratteristiche degli <strong><em>spazi</em></strong> intesi come <strong><em>interni</em></strong> o <strong><em>esterni</em></strong>].</p>
<p>Anelli di pensiero<br />
si staccano dalla Terra<br />
in caduta.</p>
<p>Vene srotolate come fruste<br />
in lacci strecciati.<br />
Il calore dolce del corpo<br />
sperso in mille fuochi.</p>
<p>Vuoto<br />
ai corpi aperti<br />
le ossa arrotolate del petto<br />
all'aria del mio vento<br />
che spinge per tornare.<br />
E ricordo<br />
come immagine<br />
il quando voglio essere<br />
<strong>[°](v. la stanza della memoria</strong><strong><br />
<strong>'99)</strong></strong></p>
<p>La memoria richiama<br />
a tratti<br />
per corpi di respiro<br />
disteso.<br />
A spaventarmi<br />
Il lavoro paziente<br />
più debole ma continuo<br />
sulle giunture<br />
sui margini che si sfilacciano.<br />
Scompare la pressione<br />
alle sopracciglia<br />
che impone di seguire<br />
ogni singola traccia</p>
<p>attenzione dissolta</p>
<p>rughe distese<br />
soffio della visione<br />
respiro.</p>
<p>Piccolissime porzioni<br />
di scollamento<br />
strappi brevissimi<br />
ma orrendamente implacabili<br />
irrimediabili<br />
definitivi<br />
simili ai secondi che passano<br />
attraverso i movimenti<br />
nascostamente<br />
senza lascarsi respirare.</p>
<p>I mille punti<br />
i mille fuochi<br />
che ero.<br />
<strong>[°](v. Fiasco d'artista '99)</strong><br />
vertiginosamente convergono<br />
alla formulazione<br />
della mia nuova identità. (9)</p>
<p>Il progetto, iniziato nel 2000, come <em>espansione di scala</em>, di Trotta, non ha titolo, probabilmente perchè ciò sarebbe un accenno di metamorfosi dell'intero progetto in oggetto/cosa. Lo avrà, forse [ed in un momento di forte, possibile, <em>nostalgia epocale</em>], quando avrà natura visibile-tangibile, presente. Una, confidenzialmente ipotizzata, parete con segni di itinerari? Una, verificabile, ragnatela di percorsi?<br />
Nadia sollecita, <em>collaboratori/conoscenti</em>, a trasportare e fotografare oggetti in luoghi differenti da quelli del <em>ritrovamento/prelievo. </em>Questo fa seguire agli oggetti delle traiettorie di spostamento rapportabili ad i filamenti (materiali) dei suoi lavori; il percorso, documentato (fotograficamente) è il tracciare delle ideali linee aeree nello spazio che, così incrociate, disegnano una ragnatela invisibile ma presente. Il loro essere documentate, attraverso, anche, foto di <em><strong>ritrovamento</strong></em> e di <em><strong>arrivo</strong></em>, per le correnti del gioco di Nadia, rende le tavole fotografiche (l'atto) scansioni di punti d'orientamento planetari, per stabilire i diversi "<em>quiora</em>" da cui si generano (anche come orientamento-ora ipotizzato-gestuale) punti-"<em><strong>partenze</strong></em>"-"<em><strong>arrivi</strong></em>". Respiri della <em>regista</em> Nadia come "<em>affanni/fiati</em>". Quello di Nadia è un procedere e costruire rizomatico (v.n.1), che mi porta a leggere, col medisimo tipo di approccio, il Mc Luhan de "Gli strumenti del comunicare" (v.n.10): <em>... abbiamo esteso il nostro stesso sistema nervoso centrale in un abbraccio globale che, almeno per quanto concerne il nostro pianeta, abolisce tanto il tempo quanto lo spazio. ... Noi viviamo, per così dire, miticamente e integralmente, ma continuiamo a pensare secondo gli antichi e frammentari moduli di spazio e di tempo dell'era pre-elettrica. ... I pittori sanno da tempo che gli oggetti non sono contenuti nello spazio, ma generano spazi propri...</em> (10).<br />
In definitiva:<br />
L'analisi che focalizza la propria attenzione sull'oggetto in quanto tale, lo isalo, come volume, dalla propria spazialità; pure estensioni, presupponesti tale condizione di separatezza, vanno ad inserirsii nello spazio come a riempire zone vuote. In definitiva, la ricerca di equilibri interni, fautori di omeostatica stabilità dell'opera, necessitano, per esplicitarsi, di una deifinita delemitazione di tempo, ovvero di delimitazione dell'oggetto che ne consenta il rilievo di natura statica.</p>
<p>1) G.Deleuze e F.Guattari, Rizoma, Lucca, Pratiche Editrice, 1977.<br />
2) G.Vattimo, le avventure della differenza, Milano, Garzanti, 1988.<br />
3) M.Bertoni, Paolo Icaro, Ravenna, Edizioni Essegi, 1999.<br />
4) L.Irigaray, L'oblio dell'aria, Torino, Bollati Boringhieri, 1996.<br />
5) G.Bataille, L'erotismo, Milano, ES Editrice, 1996.<br />
6) E.Crispolti, L'erotismo in arte astratta, in La scultura e la sua ombra, Roma, Il Cigno Galileo Galilei, 1990.<br />
7) T.Thom, I contorni in pittura, trad. A.Fabbri, in Alfabeta, n.44, genn. 1983.<br />
8) tratto da A.Pitrè con Deborah Romagna (a cura di), Soglie. Ad. Arte attraverso le arti. Panorama Italiano, Comune di Pesaro - Pescheria.Centro per le Arti Visive.Istituzione Comunale, 2001<br />
9) tratto da A.Pitrè, Espiro, Ragusa, Editrice Letteraria internazionale. - Libro Italiano, 1999.<br />
[°] titoli lavori di Nadia Trotta.<br />
10) M.Mc Luhan, Gli strumenti del comunicaare, Milano, EST, 1997.</p>
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