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	<title>vitruvio &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/vitruvio/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "vitruvio"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 05:31:12 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Definición: Belleza (Vitruvio)]]></title>
<link>http://375gr.wordpress.com/?p=9</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 09:37:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>miguel paredes</dc:creator>
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<description><![CDATA[


 


En sus Diez libros de Arquitectura, Marco Vitruvio Polión asegura que una estructura arquit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://375gr.files.wordpress.com/2008/07/441px-da_vinci_vitruve_luc_viatour.jpg"><img class="size-medium wp-image-10" src="http://375gr.wordpress.com/files/2008/07/441px-da_vinci_vitruve_luc_viatour.jpg?w=220" alt="El hombre de Vitruvio, por Leonardo Da Vinci" width="220" height="300" /></a></p>
<div class="mceTemp">
<dl>
<dd> </dd>
</dl>
</div>
<p>En sus <em>Diez libros de Arquitectura, </em>Marco Vitruvio Polión asegura que una estructura arquitectónica debe aunar tres cualidades:<em> Firmitas, Utilitas, Venustas </em>(firmeza, utilidad y belleza).</p>
<p>Desde el punto de vista de Vitruvio, la belleza está relacionada con la proporción natural, y, específicamente, con la proporción del cuerpo humano. Para Vitruvio, producimos obras bellas en la medida en la que somos capaces de comprender los principios básicos de proporción del cuerpo humano y aplicarlos armónicamente sobre los espacios que proyectamos.</p>
<p><em>"Obtendremos la belleza cuando su aspecto sea agradable y esmerado, cuando una adecuada proporción de sus partes plasme la teoría de la simetría" (*)</em></p>
<p>(*) Traducción directa del original latino. José Luis Oliver Domingo. Alianza Editorial.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Barcode by Vitruvio &amp; Sons]]></title>
<link>http://pablogger.wordpress.com/?p=920</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 11:54:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>pablogger</dc:creator>
<guid>http://pablogger.wordpress.com/?p=920</guid>
<description><![CDATA[

Questo edificio è un supermercato situato a S. Pietroburgo disegnato dallo studio Vitruvio &amp; ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pablogger.files.wordpress.com/2008/05/barcode_3_small.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-921" src="http://pablogger.wordpress.com/files/2008/05/barcode_3_small.jpg" alt="" width="400" height="601" /></a></p>
<p><a href="http://pablogger.files.wordpress.com/2008/05/barcode_7_small.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-922" src="http://pablogger.wordpress.com/files/2008/05/barcode_7_small.jpg" alt="" width="400" height="265" /></a></p>
<p>Questo edificio è un supermercato situato a S. Pietroburgo disegnato dallo studio Vitruvio &#38; Sons</p>
<p>[via <a href="http://www.eikongraphia.com/?p=2385" target="_blank">eikonographia</a>]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Museu do Pão, farinha de outro saco: o da ARQUITETURA!]]></title>
<link>http://arqfeevale.wordpress.com/?p=102</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 14:28:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Prof. Arq. Rinaldo Barbosa</dc:creator>
<guid>http://arqfeevale.wordpress.com/?p=102</guid>
<description><![CDATA[

ARQUITETONICAMENTE 1
UMA QUESTÃO DE EMOÇÃO

Para entender um pouco deste  atrapalhado e apaixon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0 0 10pt;" align="right"><strong><span style="font-size:16pt;line-height:115%;">ARQUI</span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">TETONICA</span><strong><span style="font-size:16pt;line-height:115%;">MENTE</span></strong><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"> </span><strong><span style="font-size:20pt;line-height:115%;">1</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0 0 10pt;" align="right"><strong><span style="font-size:20pt;line-height:115%;">UMA QUESTÃO DE EMOÇÃO</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Para entender um pouco deste  atrapalhado e apaixonado texto é obrigatória leitura dos posts da Profa. Ana  Carolina, do Prof. Juliano Vasconcellos e o comentário do Prof. José  Arthur.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Arquitetura, ser arquiteto,  discutir arquitetura, tentar ensinar arquitetura é paixão.<span> </span>É uma  profissão e curso que até pode ser vivenciado burocraticamente, mas que desta  forma logo perderá o caráter da ARQUItetura que tentamos professar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">O texto emocionado da Ana, Pão e  Circo é pura <strong>ARQUI</strong>tetura. <strong>ARQUI</strong>tetonica<strong>MENTE</strong> falando.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Ao contrário dela, me emociono  fácil. O texto tocou no fundo da alma, talvez por estar ansioso em saber os  depoimentos dos colegas e alunos sobre a viagem. Apesar de não ter podido estar  de corpo presente (em aula no sábado) em espírito vocês podem estar certos de  que eu estava lá. Várias vezes durante o sábado me vi pensando sobre o que  estariam fazendo, o que estariam vendo, e louco por nosso encontro da  segunda-feira na Feevale.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Os textos postados passam alegria,  transbordam prazer arquitetônico, apaixonam a quem lê. São puras manifestações  de felicidade, através deles acho que conseguimos viajar por outra dimensão da  arquitetura, a dimensão dos sentidos. <strong>Arquitetura toca a alma</strong>, o coração.  Arquitetura se vê com o nariz, com os ouvidos, se vê com as mãos, com a pele.  Arquitetura é puro prazer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Os depoimentos dos colegas Ana e  Juliano, e com certeza dos outros "sabadarquianos" da estrada, estão fortemente  ligados ao depoimento do colega Arthur no post anterior. Sim, <strong>ARQUITETURA</strong> (verdadeira e boa arquitetura) <strong>DÁ FELICIDADE</strong>! E que  FELICIDADE.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Como professor de História, também  sempre me emociono ao visitar qualquer dos lugares que constam de nossa  bibliografia básica, uns mais outros menos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Mas, emocionar-se com o novo é  estar com a alma aberta a viver a vida e a arquitetura, experimentar o frio  concreto como calor que queima a alma pela paixão da arquitetura, e como disse o  Prof. Juliano vindo de Sampa, "o concreto é o melhor amigo do homem" em muitas  situações, quando usado correta e coerentemente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Emocionar-se com o simples, não  necessitamos de malabarismos, materiais caros, exuberância carnavalesca, não, a  simplicidade é elegância. Singelas soluções de um espetáculo grandioso, como o  Museu do Pão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Arquitetura é espaço, é emoção, é  algo a ser vivido e vivenciado. Arquitetura é complexidade, é conjunto de  soluções, mas antes de tudo é arquitetura. É como a boa música, que encanta e  que nos faz viajar através das melodias, independente de gostarmos de  determinado ritmo, nos recheia a alma. Lembro de algumas pessoas na viagem do  curso a Buenos Aires em 2007, que ao ouvir <em>Adiós Nonino</em>, no Café Tortoni,  e outros tangos saíram embevecidos pela melodia, e talvez muitos deles, nunca  tenham parado para ouvir um tango antes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Ver as leituras e citações da  história através do Museu do Pão reforça o que falamos, eu, Ana, Leandro e  Juliano (desculpem se esqueço de alguém): a história é puro projeto, olhar a  história da arquitetura como fonte insaciável de prazer, estudo e repertorização  para nossa profissão. Olhar o passado como referencial para o presente, é  entender a história como algo vivo, presente, e que não quer ser copiada, mas  entendida!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Arquitetura é tudo, é conjunto! E  se falei de história, busco ajuda do velho <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vitr%C3%BAvio"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#800080;">Vitrúvio</span></span></a> e sua tão falada e às vezes mal entendida  tríade: <strong><em>firmitas, utilitas e venustas</em></strong>. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Para ser ARQUITETURA não adianta só  funcionar (<strong><em>utilitas</em></strong>), e entenda-se funcionar no sentido mais amplo  da expressão, funcionar em todos os quesitos arquitetônicos, desde a simples  funcionalidade a complexa questão social.que envolve a arquitetura. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Para ser ARQUITETURA não adianta  ser perfeito tecnicamente e parar de pé (<strong><em>firmitas</em></strong>), estar de  acordo com as mais avançadas normas e técnicas construtivas de construção,  suportar terremotos ou tsunamis e atravessar séculos. A durabilidade não garante  qualidade arquitetônica. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Arquitetura tem de tocar a alma,  tem falar ao coração, tem que ser pura <strong><em>Venustas</em></strong>. Mas obviamente,  da mesma forma também não adianta ser só <strong><em>venustas</em></strong>, precisa o  suporte da dimensão material para lhe garantir esta qualidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">E neste sentido é necessário um  olhar contemporâneo para o texto de Vitrúvio e entender que a tríade proposta no  tratado (citada uma vez só) em nenhum momento se coloca como tríade, de pesos  iguais pelo autor, mas que, <em>firmitas</em> e <em>utilitas</em> são dimensões  materiais (e fundamentais) da arquitetura que compõe o aspecto fundamental, de  <em>VENUSTAS</em>! E entenda-se <em>venustas</em> também no sentido mais amplo de  sua acepção: beleza, deleite, prazer,... .<strong>emoção</strong>. <strong><em>Venustas</em></strong>,  o componente abstrato, na dimensão da alma e da emoção que confere à construção  algo tão difícil de ser explicado, mas tão emocionante de ser vivenciado, o  significado arquitetônico da obra. ARQUItetonicaMENTE falando, o importante é  ser ARQUITETURA e boa, como o caso do Museu do Pão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Para encerrar este confuso post: já  dizia o velho Vitrúvio: <strong>"o olho procura o belo"</strong>, ou o poeta: "desculpem  as feias, mas beleza é fundamental."</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">NESTE CASO, DESCULPE A SIMPLES  CONSTRUÇÃO, MAS ARQUITETURA É FUNDAMENTAL!!!! </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">E viva o Museu do Pão que nos faz  acreditar na possibilidade boa arquitetura entre nós!!!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">E vem aí a inauguração da Fundação  Iberê Camargo.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El canon de las proporciones humanas]]></title>
<link>http://elreves.wordpress.com/?p=978</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 13:57:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>elreves</dc:creator>
<guid>http://elreves.wordpress.com/?p=978</guid>
<description><![CDATA[El Hombre de Vitruvio - La Evolucion
es un famoso dibujo acompañado de notas anatómicas de Leonard]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>El</strong> <strong>Hombre de Vitruvio - La Evolucion</strong></p>
<p>es un famoso <span class="mw-redirect">dibujo</span> acompañado de notas anatómicas de Leonardo da Vinci. Representa una figura masculina desnuda en dos posiciones sobreimpresas de brazos y piernas e <span class="new">inscrita</span> en un círculo y un cuadrado. También se conoce como el <strong>Canon de las proporciones humanas</strong>....</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://elreves.files.wordpress.com/2008/04/cartoontime.jpg" alt="" /></p>
<p>lo encontre leyendo en <a href="http://desdemiescritorio.wordpress.com/">Desde mi escritorio</a> un blog joven pero muy dinamico.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Museum of Modern Art (Today's Archidose)]]></title>
<link>http://yuxelmurat.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 10:49:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>yuxelmurat</dc:creator>
<guid>http://yuxelmurat.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[
Vitruvio yu gezerken en iyi mimari bloglar kısmındaki A Daily Dose of Architecture  yi buldum ke]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/yellowkiddo/1674422688/" title="photo sharing"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2046/1674422688_620c2c7d53.jpg" class="flickr-photo" height="292" width="386" /></a><a href="http://www.vitruvio.ch"></a></p>
<p><a href="http://www.vitruvio.ch">Vitruvio</a> yu gezerken en iyi mimari bloglar kısmındaki <a href="http://archidose.blogspot.com/">A Daily Dose of Architecture</a>  yi buldum kendi gunluk mimari örneklerini sergiliyor kategori kategori bende burdan sayfa linklerini vermeyi dusundum.</p>
<p>İlk Archidose Bir Modern Sanatlar muzesi.</p>
<p><!--more--></p>
<div class="flickr-frame"> <a href="http://www.flickr.com/photos/yellowkiddo/1674422688/" title="photo sharing"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2046/1674422688_620c2c7d53.jpg" class="flickr-photo" /></a><br />
<span class="flickr-caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/yellowkiddo/1674422688/"><br />
</a></span></div>
<p class="flickr-yourcomment">Museum of Modern Art (<a href="http://www.mumok.at/">MUMOK</a>) in Vienna, Austria by <a href="http://www.ortner.at/">Ortner &#38; Ortner</a>, 2001.</p>
<p>To contribute your Flickr images for consideration, just:</p>
<blockquote><p>:: Join and add photos to the <a href="http://www.flickr.com/groups/archi-dose/">archidose pool</a>, and/or<br />
:: Tag your photos <span style="font-style:italic;"><a href="http://www.flickr.com/photos/tags/archidose/">archidose</a></span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[la cosa de la poesía que piensa (hasta que duele)]]></title>
<link>http://desprendimientos.wordpress.com/?p=415</link>
<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 14:43:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>mellamopersona</dc:creator>
<guid>http://desprendimientos.wordpress.com/?p=415</guid>
<description><![CDATA[Pablo me repite relativamente a menudo que se me nota el gusto por la poesía &#8220;ensayística]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://maestroclaudio.blogspot.com/" target="_blank">Pablo</a> me repite relativamente a menudo que se me nota el gusto por la poesía "ensayística", reflexiva, de tesis, esa poesía "conocimiento", en supuesta contraposición a la lírica de las formas. Pero es que los pensamientos, cuando se vehiculan a través de las metáforas acertadas, tienen también su música.</p>
<p align="justify">Y no una música que salga sola del poemario de orfebrería de turno que despliega el brillante sonido de sus campanillas <b><i>frente </i></b>al extasiado lector, sino una música íntima, más sucia y con más sustancia que digerir, que se realiza <i><b>en</b> </i>el lector, porque se produce dentro de su propia cabeza, cuando los reconocimientos, las rabias y las bilis reaccionan durante el solitario vicio de la lectura. En estos casos, suele tratarse de una armonía tan desigual como la propia vida que describe y que interpreta, configurando un mapa del mundo y de las relaciones humanas que contrasta con el idilio de las proporciones en otros estilos poéticos, con los que jamás me he sentido cómoda en la lectura ni identificada en la escucha.</p>
<p align="justify">Me gusta que me hablen de los lunes, de la lluvia en el parabrisas que impide pensar al que no sabe lo que busca, de sexo en sábanas de las que se ensucian de verdad con los fluidos pertinentes. Que me cuenten que las cajetillas de tabaco han sustituido a los exóticos pámpanos, que los discretos accesos de ganas de morir en los semáforos o en las consultas de los dentistas se han impuesto al dorado amor y su recurrente atardecer... Qué se yo, esas cosas.</p>
<p align="justify">Claro, que todo esto son preferencias personales, no exentas de generalización (pecado que asumo de forma consciente), porque evidentemente esto no es un tratado de literatura moderna, sino un modesto post con el que trato de contextualizar e introducir dos libros que me han impresionado muy gratamente en los últimos tiempos, y que además son de reciente publicación.</p>
<p align="justify">A saber:</p>
<p align="center">Pablo García Casado, <b><i>Dinero</i></b>:</p>
<p><a href="http://desprendimientos.wordpress.com/files/2008/01/pablogc.jpg" title="pablogc.jpg"></a></p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://desprendimientos.wordpress.com/files/2008/01/pablogc.jpg" title="pablogc.jpg"><img src="http://desprendimientos.wordpress.com/files/2008/01/pablogc.jpg" alt="pablogc.jpg" height="291" width="188" /></a></div>
<p align="center">-</p>
<p align="center">Jorge Martín, <b><i>Más X que un sex shop:</i></b></p>
<p><a href="http://desprendimientos.wordpress.com/files/2008/01/jorge-martin.jpg" title="jorge-martin.jpg"></a></p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://desprendimientos.wordpress.com/files/2008/01/jorge-martin.jpg" title="jorge-martin.jpg"><img src="http://desprendimientos.wordpress.com/files/2008/01/jorge-martin.jpg" alt="jorge-martin.jpg" height="298" width="190" /></a></div>
<p align="center">-</p>
<p align="justify">Anotad estos dos títulos, y si vuestro humor o estado de ánimo coincide en algo con lo que vienen siendo mis gustos personales, corred a comprarlos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Turner Classic Movies ]]></title>
<link>http://broodkast.wordpress.com/?p=159</link>
<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 12:18:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>broodkast</dc:creator>
<guid>http://broodkast.wordpress.com/?p=159</guid>
<description><![CDATA[Een perfect voorbeeld van gepast inspelen op de actualiteit.

Bureau: Vitruvio Leo Burnett, Madrid
v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Een perfect voorbeeld van gepast inspelen op de <a href="http://demorgen.be/dm/nl/983/Nieuws/article/detail/128905/2008/01/10/Honderden-ontslagen-door-staking-scenaristen.dhtml" title="Artikel staking scenaristen" target="_blank">actualiteit</a>.</p>
<p><a href="http://broodkast.files.wordpress.com/2008/01/tcm-screenwriters.jpg" target="_blank" title="TCM - Screenwriters (big)"><img src="http://broodkast.wordpress.com/files/2008/01/tcm-screenwriters-crop.jpg" alt="TCM - Screenwriters" /></a></p>
<p>Bureau: Vitruvio Leo Burnett, Madrid</p>
<p><a href="http://adhunt.blogspot.com/2008/01/turner-classic-movies.html" title="Adhunt" target="_blank"><i>via</i></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psicologia da visão Estética]]></title>
<link>http://leitorcritico.wordpress.com/2008/01/22/psicologia-da-visao-estetica/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 13:41:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Lemes</dc:creator>
<guid>http://leitorcritico.wordpress.com/2008/01/22/psicologia-da-visao-estetica/</guid>
<description><![CDATA[Meus Caros Leitores,
&nbsp;
    Estou aprendendo cada dia mais sobre blogs, e com isso percebi que i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">Meus Caros Leitores,</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">    Estou aprendendo cada dia mais sobre blogs, e com isso percebi que imagens ajudam também no entendimento de um texto colocado, então vou iniciar a apresentar mais imagens sobre o assunto tratado com o objetivo de dar a melhor compreensão do assunto tratado.</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">    Continuo tratando sobre o livro de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco">Umberto Eco</a>, que vem se mostrando cada vez mais interessante, não perdem por esperar os próximos comentários capitulos, de fato é muito bom.</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">    Segue portanto a psicologia estudada naquela época, como era entendida a visão do expectador de qualquer obra de arte.</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">Boa Leitura.</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="margin:0 0 0 2.625in;">&#160;</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/42/Carcassonne_2.jpg/250px-Carcassonne_2.jpg" height="281" width="375" /></div>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0 0 0 2.625in;" align="center">Carcassone, vista da muralha.</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">    O Objeto como "<span style="font-style:italic;">coisa</span>" concreta é observado sobretudo no século XIII, pois o que é belo requer ser visto desta forma, e a arte é concebida em função desta visão, de forma que podemos dizer que neste aspecto a arte tem uma idéia subjetiva à partir de um expectador em potencial.</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">    Já na Grécia Antiga - mais exatamente com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o">Platão</a> - era pensado que os pintores realizam nas imagens não as proporções reais, mas pelo contrários, as que podem parecer belas gradualmente. A este propósito <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vitr%C3%BAvio">Vitrúvio</a> fez uma distinção entre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Simetria">simetria </a>e eurritmia. A eurhythmia, para ele, era uma beleza que aparece como tal porque é adequada as exigências dos olhos dos expectadores.</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">    Portanto ela - a eurritmia - se apresenta primeiramente como regra de proporção técnica, intencionada para o aspecto, sendo assim oposta á proporção puramente objetiva as coisas da natureza. Todo essa face subjetiva, apesar de remeter a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o">Platão</a> foi totalmente desenvolvida durante o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimento">renascimento</a>, de forme que é possível observar traços da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hermetismo">tradição hermética</a>, à começar pelo retornado "idealístico" a antiguidade e a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o">Platão</a> .</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">    Enquanto os artistas plásticos desenvolviam suas técnicas os filósofos tinham que tratar este problema de forma muito mais abstrata, é possível encontrar já em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anicius_Manlius_Torquatus_Severinus_Boetius">Boécio</a> o aceno a uma proporção da coisa bela as exigências psicológicas do fruidor.</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0 0 0 4.125in;">&#160;</p>
<p style="margin:0 0 0 2.625in;">&#160;</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/29/Hl.Bonaventura.jpg/280px-Hl.Bonaventura.jpg" height="311" width="280" /></div>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0 0 0 2.25in;" align="center"><span>           </span>São Boaventura, por Francisco de Herrera, o Velho (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Prado">Museu do Prado</a>, Madrid).</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">    <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Boaventura">São Boaventura</a> nota que a apreensão do mundo sensível realiza-se segundo um acerta proporcionalidade e que para o deleito concorrem tanto o sujeito quanto o objeto deleitável. Os escritos da época chegaram a concluir que "<span style="font-style:italic;">chamamos de belo de ver aquilo que, por natureza, agrada por si mesmo e deleita quem olha</span>" (Tractatus de bono et malo, in Pouillon, pp. 315-316).</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">    Porém até o momento, sempre,<span>  </span>uma variável subjetiva para a compreensão do belo: O próprio fruidor da arte, ou seja o expectador, a pessoa comum. Desta compreensão trata <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_de_Aquino">Santo Tomás</a> na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Suma_Teol%C3%B3gica">Suma Teológica</a> (S. th. I, 5, 4 a 1; tr. It. I, p. 144.).</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="margin:0 0 0 2.625in;">&#160;</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/44/Cathedral_Notre-Dame_de_Reims%2C_France-PerCorr.jpg/250px-Cathedral_Notre-Dame_de_Reims%2C_France-PerCorr.jpg" height="370" width="250" /></div>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0 0 0 2.625in;" align="center"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_Notre-Dame">Catedral de Notre-Dame</a> de Reims, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a">França</a></p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">    O belo e o bem em um mesmo objeto são uma mesma realidade, pois ambos se fundamentam na forma, mas o bem faz com que a forma seja objeto de apetite, desejo de realização ou de possessão da forma desejada; o belo, pelo contrário, coloca a forma em relação com o puro conhecimento. <span style="font-weight:bold;">O Belo é aquilo cujo o conhecimento causa prazer</span>. A visão é conhecimento porque diz respeito à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aristoteles#As_quatro_causas">causa formal</a>: não é a visão de aspectos sensíveis, mas percepção de mais aspectos organizados segundo o desenho imanente de uma forma substancial, portanto compreensão intelectual e conceitual.</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">É claro, portanto, que o que provoca prazer é a objetiva potencialidade estética, e não é o prazer que define ou determina a beleza de uma coisa. O conhecimento estético tem, para <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_de_Aquino">Santo Tomás</a>, a mesma complexidade do conhecimento intelectual, porque se refere ao mesmo objeto: a realidade substancial.</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Definición: Utilidad (Vitruvio)]]></title>
<link>http://375gr.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 09:01:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>miguel paredes</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Para Vitruvio, la utilidad en una edificación se reside en la correcta disposición de las part]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-16" src="http://375gr.wordpress.com/files/2008/07/800px-greekhse1.jpg" alt="" width="400" height="227" /></p>
<p>Para Vitruvio, la utilidad en una edificación se reside en la correcta disposición de las partes de la misma, de modo que no ocasionen ningún obstáculo, y orientadas del modo más conveniente, junto con una apropiada distribución -acorde con las características del propio edificio-.</p>
<p>Un edificio útil es, por lo tanto, aquel que se organiza de forma correcta con respecto a una función determinada. Cumplida esta premisa, la edificación será útil mientras no se alteren sus partes o no se modifique la función de dicho edificio. Para Vitruvio, la utilidad se apoya en la organización relacional de sus funciones.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Definición: Estabilidad (Vitruvio)]]></title>
<link>http://375gr.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 08:48:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>miguel paredes</dc:creator>
<guid>http://375gr.wordpress.com/?p=13</guid>
<description><![CDATA[
En Los diez libros de la arquitectura, Vitruvio escribe que la seguridad o la estabilidad &#8220;se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://375gr.files.wordpress.com/2008/07/038ath.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18" src="http://375gr.wordpress.com/files/2008/07/038ath.jpg?w=300" alt="" width="300" height="246" /></a></p>
<p><a href="http://375gr.files.wordpress.com/2008/07/038ath.jpg"></a>En <em>Los diez libros de la arquitectura, </em>Vitruvio escribe que la seguridad o la estabilidad <em>"se conseguirá cuando los cimientos se hundan sólidamente y cuando se haga una cuidadosa elección de los materiales, sin restringir gastos" (*)</em></p>
<p>En arquitectura, la consideración de <em>estable</em> tiene una raíz estructural y tectónica, pero también formal. En general, consideramos estable aquello que mantiene sus propiedades constantes con el paso del tiempo. </p>
<p>Podemos, por tanto, considerar estable aquella construcción que se mantiene desde el punto de vista estructural, pero también aquella que posee una definición formal y organizativa clara y permanente.</p>
<p>(*) Traducción directa del original latino. José Luis Oliver Domingo. Alianza Editorial.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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